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spm folia
"Folia não combina com Misoginia" é o tema da campanha da Secretaria de Políticas para Mulheres (SPM) para a folia deste ano. O bloco Oxe Me Respeite, puxado pela cantora Ana Mametto atraiu milhares de foliões neste domingo de Carnaval, no circuito do Campo Grande.

Cantora Ana Mametto | Foto: Fernanda Maia / GOVBA
O trio foi seguido por centenas de pessoas, entre elas, servidoras e servidores das secretarias do Estado, da Rede de Enfrentamento à Violência e da equipe da Casa da Mulher Brasileira. O objetivo é chamar a atenção para a luta no combate à violência contra a mulher e o enfrentamento a todo tipo de preconceito, misoginia, machismo e intolerância.
Na capital e no interior do estado, algumas ações estão sendo intensificadas, como a instalação de postos de atendimento à mulher em casos de violência ou assédio nos circuitos da folia. Além dessa iniciativa, a SPM lançou o Georreferenciamento, um aplicativo que oferece informações em tempo real para promover segurança para às foliãs no Carnaval.
“Estamos com diversas ações neste Carnaval para o enfrentamento e a prevenção das violências contra as mulheres. Estamos com as tendas, com as pessoas nas ruas fazendo a sensibilização, e estamos com o aplicativo, que é muito fácil de baixar, basta digitar 'SPM Folia'. Ele traz todas as informações e serviços que estamos oferecendo”, detalha a secretária da SPM-BA, Elisângela Araújo.
As ações foram aprovadas pela foliã Gisélia Pinheiro, que estava curtindo no bloco: “É importante que a gente traga para a mulher a possibilidade de ser reconhecida dentro de uma sociedade e que comece a ser feita a mudança de cultura, do letramento social e a aceitação da mulher, principalmente nesse cenário de carnaval, onde os nossos corpos costumam ser objetificados”.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.