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Um dia após a eliminação para a Suíça nas oitavas de final da Eurocopa, a Itália anunciou a permanência do técnico Luciano Spalletti, que tem contrato até 2026. Agora, a missão do treinador é classificar a seleção italiana para a Copa do Mundo, que acontece daqui há dois anos, nos Estados Unidos, México e Canadá.
Ao lado do presidente da Federação Italiana de Futebol, Gabriele Gravina, Spalletti assumiu a responsabilidade pela eliminação para a Suíça e admtiu que esteve em sua melhor versão.
"A responsabilidade é minha, mas já estou pensando no futuro. Tentei rejuvenescer a seleção para esta Euro. Vou fazer isso ainda mais no futuro. Sei que não fui o melhor Spalletti possível, foi um passo atrás importante ontem", declarou o treinador, campeão italiano com o Napoli na temporada 2022/23.
A Itália ficou ausente das duas últimas Copas do Mundo, em 2018 e 2022, por quedas nas Eliminatórias. Após a eliminação na Eurocopa, Gabriele Gravina declarou que "seria um desastre inimaginável não se classificar pela terceira vez seguida".
"Sabemos que não podemos ficar fora da próxima Copa do Mundo. E então precisamos lidar com a realidade, nenhum de nós pode garantir resultados se não houver comprometimento. Precisamos ampliar a base de jogadores convocáveis e em dois meses temos a Liga das Nações, importante em termos de ranking. Esses são os jogadores que temos, estamos um pouco distantes dos objetivos, mas não podemos desistir. Sabemos que seria um desastre inimaginável não se classificar pela terceira vez seguida", comentou o presidente da Federação Italiana de Futebol.
Spalletti assumiu a seleção italiana em agosto de 2023, dois meses depois de a equipe ser terceira colocada da Liga das Nações. O time era comandado por Roberto Mancini, que saiu contratado pela Arábia Saudita.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.