Artigos
A mãe da gula
Multimídia
Deputado Adolfo Menezes critica gastos com cachês de artistas em festas no interior da Bahia
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
soujuvs
Última atração do Festival SouJuvs, o grupo BaianaSystem tirou o público do chão ao ritmo dos maiores sucessos da banda durante o Festival Soujuvs, noite do último sábado (17), na Casa de Apostas Arena Fonte Nova, em Salvador.
Evocando as figuras míticas do Saci Pererê e o Capim Guiné - em referência a dois dos clássicos do repertório -, o BaianaSystem fez uma apresentação enérgica e quase teatral no encerramento do festival. Levando os sacis para o palco e no meio da plateia, os piratas do BaianaSystem contagiaram o público.
Sobre essa retroalimentação entre público e artistas, o vocalista da banda, Russo Passapusso comenta que o show é parte do processo criativo da banda.
"Esse final de ano, acho que todo ciclo artístico logo depois da pandemia, ali a gente não tinha ainda como o teu tato, o chão, para entender o que era a expressão. Como é que a deusa música vai se expressar dentro da gente e agora a gente já tem o discernimento, após um carnaval, após outro carnaval, a gente consegue. Então agora é o momento mesmo de observação, né? E absorver também muito do público, não é por acaso que a gente está tocando aqui”, explicou Russo.
Após uma turnê internacional, onde o grupo visitou sete países entre maio e junho deste ano, o show deste sábado foi o primeiro do grupo na capital baiana desde o carnaval.

Conhecidos por sua sonoridade mesclada a percussão e guitarra baiana, a banda relembrou ao público do festival as rodas tradicionais do Carnaval soteropolitano. Durante o show, o grupo ainda trouxe duas participações, o rapper baiano Vandal e a musicista Agatha.
O rapper Vandal, convidado da banda para a apresentação, comentou sobre a conexão com o Baiana e a mistura de ritmos presente na musicalidade da banda.
"Pra puxar com o Baiana tem que ter muita propriedade dentro de um seio musical vasto e a gente conseguiu isso de muito natural desde os carnavais”, começou o artista. "Eu acho que a gente conseguiu conquistar isso dentro desse processo de eventos de carnaval e etc. Eu me sinto muito feliz dentro disso porque é uma família musical e eu consigo principalmente mostrar para os outros artistas que o principal é você se debruçar na arte, se debruçar na música, esquecer dessa rodagem louca que a gente tem de views, de possibilidades até exacerbadas e fazer essa entrega", contou Vandal.
As canções “Lucro”, “Capim Guiné” e “Sulamericano” também estiveram presente na tracklist na apresentação.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.