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sostenes cavalcante
Uma declaração do deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) sobre a vida pessoal do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) chamou atenção após ser revelada em um podcast sobre a trajetória de Michelle Bolsonaro. Segundo o parlamentar, a ex-primeira-dama precisou ensinar o marido a beijar quando os dois iniciaram o relacionamento.
De acordo com a jornalista Adriana Negreiros, responsável pelo podcast lançado pelo UOL, Sóstenes afirmou que Bolsonaro "não sabia beijar" e que Michelle foi responsável por ajudá-lo. "Ela ficou dando deu aula para ele aprender a beijar na boca, porque ele não sabia. Ela foi perseverante", relatou o deputado.
Durante a entrevista, Adriana também contou detalhes sobre a vida de Michelle antes de conhecer o ex-presidente. Segundo ela, a ex-primeira-dama trabalhava na vinícola Aurora, em Brasília, onde fazia demonstrações de vinhos e conheceu o brigadeiro da Aeronáutica Átila Maia, com quem manteve um relacionamento por cerca de um ano.
Ainda conforme a jornalista, foi o próprio militar quem incentivou Michelle a buscar uma oportunidade de trabalho na Câmara dos Deputados, apresentando-a a um parlamentar. Nesse período, ela conheceu Jair Bolsonaro.
OUÇA A FALA DE SÓSTENES:
Bem aqui está o tal furo de reportagem que os deputados Sostenes Cavalcante nós proporcionou, " ele não sabia beijar". pic.twitter.com/NAYp2bpjHd
— Adnan Peixoto (@AdnanvpPeixoto) July 9, 2026
O deputado federal e líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), usou as redes sociais neste domingo (5) para comentar o pênalti desperdiçado pela Seleção Brasileira na partida contra a Noruega, válida pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026.
Em publicação, o parlamentar associou o lance ao número 13, utilizado pelo Partido dos Trabalhadores (PT), legenda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "Foi aos 13 minutos", escreveu Sóstenes, afirmando que o número seria uma "praga" ao comentar a cobrança desperdiçada.
O pênalti aconteceu no início do primeiro tempo, após Matheus Cunha sofrer falta dentro da área. Depois de revisão do lance pelo árbitro de vídeo (VAR), a penalidade foi confirmada, mas Bruno Guimarães acabou desperdiçando a cobrança.
CONFIRA A PUBLICAÇÃO:
Praga: o pênalti foi aos 13 minutos, resultado, perdeuuuuukkkk
— Sóstenes Cavalcante (@DepSostenes) July 5, 2026
A PF (Polícia Federal) deflagrou na manhã desta quarta-feira (1º) a terceira fase da operação Rent a Car, denominada operação Galho Fraco II. Entre os alvos suspeitos de desvio de recursos da cota parlamentar, estão pessoas ligadas ao deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder do PL na Câmara.
Com mandados de busca e apreensão em Minas Gerais, Brasília e Goiás, a corporação apreendeu dinheiro escondido em livro falso na casa de um advogado. Durante o cumprimento das medidas, também foram apreendidos itens como relógios de luxo.
Os investigadores apuram se houve prática dos crimes de peculato, lavagem de dinheiro, fraude processual e organização criminosa.
À CNN, Sóstenes Cavalcante afirmou que se manifestará quando "tomar conhecimento do teor da decisão e ações".
Sóstenes não está entre os alvos nesta fase da operação. O congressista foi alvo da primeira Operação Galho Fraco em dezembro do ano passado. Na ocasião, agentes da PF apreenderam cerca de R$ 400 mil em dinheiro vivo na casa do parlamentar. Ele afirmou que se tratava de "recurso lícito" de venda de imóvel.
A operação Rent a Car, deflagrada em 2024, apurou a suspeita de desvio de verbas para a empresa de locação de veículos. Tanto a ação desta quarta-feira quanto a do ano passado são desdobramentos da operação.
A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (1), a terceira fase da Operação Rent a Car, batizada de Operação Galho Fraco II, que investiga suposto esquema de peculato, lavagem de dinheiro, fraude processual e organização criminosa. As medidas judiciais, autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal, estão sendo cumpridas no Distrito Federal, em Goiás e em Minas Gerais para coleta e preservação de provas.
As investigações apontam indícios de envolvimento de agentes públicos, particulares e pessoas jurídicas supostamente usadas para dar aparência de legalidade à movimentação de recursos públicos. Há também suspeita de tentativas de ocultação ou alteração de provas, o que pode caracterizar fraude processual.
Nas fases anteriores, foram identificadas irregularidades na contratação de empresa de locação de veículos com recursos da Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar, a Ceap. Os deputados Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) e Carlos Jordy (PL-RJ) foram alvos de mandados de busca e apreensão. A atual fase aprofunda as apurações sobre a movimentação e a destinação desses recursos.
O líder do PL na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante (RJ), anunciou nesta terça-feira (23) que enviou um ofício à Embaixada dos Estados Unidos e entrou com um requerimento na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (Credn). A medida ocorre após o ministro André Mendonça, vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinar a remoção de conteúdos publicados pelo parlamentar que associavam o Partido dos Trabalhadores (PT) a facções criminosas como o PCC e o Comando Vermelho.
Segundo o ministro André Mendonça, as publicações de Sóstenes atribuíam ao PT um suposto financiamento por facções criminosas sem apresentar "elementos mínimos" ou provas que sustentassem a acusação. Mendonça destacou que a fala não era apresentada como mera opinião política, mas comunicava ao eleitorado que haveria uma apuração ou informação concreta vinda dos Estados Unidos sobre o tema.
Sóstenes Cavalcante informou ter cumprido a ordem judicial e apagado as postagens no prazo de 24 horas, embora tenha manifestado discordância com a decisão. O deputado argumenta que não fez uma afirmação direta. “Eu não fiz nenhuma afirmação. Apenas falei que há suspeita do governo americano, e ninguém melhor do que o próprio governo americano para dizer público e notavelmente a toda a imprensa e aos brasileiros se há ou não esse tipo de suspeita”, declarou o líder do PL na Câmara.
Ao acionar a embaixada, o parlamentar busca esclarecer publicamente se tais suspeitas de financiamento de partidos de esquerda por organizações criminosas de fato existem. Além do ofício, o líder do PL solicitou a realização de uma audiência pública com representantes da embaixada americana no Brasil para tratar do assunto.
Na mesma semana, o ministro André Mendonça também determinou a remoção de postagens que associavam o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) a milícias e organizações criminosas. Essas decisões atingiram conteúdos publicados pelos deputados Lindbergh Farias (PT-RJ), Rogério Correia (PT-MG) e André Janones (Avante-MG).
O vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro André Mendonça, determinou que o deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder do partido na Câmara, remova de suas redes sociais um vídeo no qual sugere, sem apresentar evidências, que o Partido dos Trabalhadores (PT) recebe financiamento de facções criminosas. A decisão liminar, proferida na sexta-feira (19), atendeu a uma representação da federação Brasil da Esperança, que reúne PT, PV e PCdoB.
Na publicação, o parlamentar afirma que não é verdade que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vá "mandar bombas e mísseis" para comunidades em razão da classificação do Comando Vermelho (CV) e do Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas, medida anunciada recentemente pelo governo americano.
Segundo o deputado, essa informação estaria sendo divulgada por "presidentes de ONGs". Em seguida, ele declara que os EUA vão investigar os recursos dessas facções e que "há grandes suspeitas" de que esses valores financiem campanhas do PT.
Na liminar, Mendonça destacou que a liberdade de expressão é um pilar da democracia, mas não ampara a divulgação de "fatos inverídicos, descontextualizados ou sem lastro mínimo". O ministro afirmou que "a liberdade de expressão não protege, em princípio, a imputação de fato ilícito grave" e ressaltou que "o que se veda, neste momento, não é a discussão pública sobre tais temas, mas a manutenção de conteúdo específico que, em contexto eleitoral, atribui a partido político a suspeita de financiamento por facções criminosas sem indicar base mínima de verificação".
Segundo o magistrado, a imputação de acusação grave sem comprovação mínima tem potencial para comprometer a integridade do debate eleitoral e induzir o eleitorado a erro. A decisão estabeleceu prazo de 24 horas para a exclusão da postagem, sob pena de multa diária. Até as 19h de domingo (21), o vídeo ainda permanecia no perfil do deputado no Instagram.
AÇÕES NO TSE
De acordo com a Folha de S. Paulo, a ação movida pela federação é mais uma entre as mais de 60 representações protocoladas pela campanha do presidente Lula no TSE, a maioria delas por propaganda eleitoral antecipada.
Desse total, 18 ações são direcionadas contra a campanha do deputado Flávio Bolsonaro (PL-RJ), mas também há pedidos contra o presidenciável Romeu Zema (Novo-MG) e outros pré-candidatos bolsonaristas, com destaque para o uso de inteligência artificial em vídeos publicados por adversários.
DEPUTADO ALVO DE OPERAÇÃO
A Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão na sexta-feira (19) contra os deputados federais Sóstenes Cavalcante e Carlos Jordy, ambos do Partido Liberal (PL), na Operação Galho Fraco. O alvo da investigação é um suposto esquema de desvio de recursos públicos provenientes de cotas parlamentares.
Durante as diligências, os agentes apreenderam aproximadamente R$ 400 mil em espécie em um endereço vinculado a Sóstenes, em Brasília. De acordo com os investigadores, o dinheiro estava armazenado dentro de um saco preto, guardado em um armário.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta sexta-feira (19) que o Judiciário “está cumprindo o seu papel” ao autorizar operações contra parlamentares. A declaração foi feita após a deflagração de uma ação da Polícia Federal que teve como alvos o líder do PL na Casa, Sóstenes Cavalcante (RJ), e o deputado Carlos Jordy (PL-RJ).
Segundo Motta, a Câmara não irá “proteger aquilo que não é correto”, mas destacou que eventuais excessos devem ser tratados por meio do diálogo institucional entre os Poderes.
O presidente da Casa relatou ainda que recebeu uma ligação do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Passos Rodrigues, informando sobre a operação, mas evitou fazer qualquer avaliação sobre o mérito da investigação.
“Eu não vou fazer pré-julgamento. Não sei ainda a motivação nem qual foi a busca. Apenas recebi a ligação do diretor-geral da Polícia Federal. Pelo que me foi dito, parece ser uma investigação sobre questão de gabinete, mas não sei a fundo e, por isso, não quero fazer pré-julgamento”, afirmou durante um café da manhã com jornalistas.
Motta voltou a defender a atuação do Judiciário, ressaltando que a Câmara não pode se omitir diante de investigações contra parlamentares, embora tenha reforçado a necessidade de diálogo em caso de abusos.
“A Câmara não tem compromisso em proteger aquilo que não é correto. Ninguém fica feliz quando um colega é alvo de ação do Judiciário, mas ele está cumprindo o seu papel e não vamos defender o que não se pode defender. Se houver algum exagero, caberá à presidência dialogar com o Supremo, com equilíbrio e serenidade, para evitar possíveis abusos”, declarou.
Alvo de uma operação da Polícia Federal na manhã desta sexta-feira (19), um endereço ligado ao líder do PL na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante, tinha cerca de R$ 430 mil em espécie, conforme informações da TV Globo. De acordo com investigadores, as cédulas estavam armazenadas em um saco preto, em um armário no flat do parlamentar em Brasília.

A apreensão aconteceu durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão em endereços relacionados a Sóstenes Cavalcante e ao também deputado federal pelo PL, Carlos Jordy. Ambos são do Rio de Janeiro. A operação Galho Fraco é um desdobramento de outra investigação, deflagrada em dezembro de 2024.
Como os dois parlamentares têm prerrogativa de foro, os mandados foram autorizados pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF). Apesar de terem Sóstenes e Jordy como alvos, a investigação não é exclusiva a eles, atingindo também assessores e auxiliares. Na ação, a PF investiga suposto desvio de cotas parlamentares por meio de contratos falsos com uma locadora de veículos.
O deputado Sóstenes Cavalcante ainda não se manifestou. Já o deputado Carlos Jordy encaminhou à imprensa a nota abaixo:
"No dia de hoje, endereços ligados a mim e ao líder do meu partido, deputado Sóstenes Cavalcante, foram alvo de buscas da Polícia Federal, autorizadas pelo ministro Flávio Dino.
As diligências são um desdobramento de buscas realizadas em dezembro do ano passado e teriam como foco supostas irregularidades no aluguel de veículos do meu gabinete. Uma das alegações é que a empresa contratada — da qual sou cliente desde 2019 — possuiria apenas cinco veículos. Se o contrato existe há anos, o que a operação anterior não encontrou para justificar nova ação agora?
Não cabe ao parlamentar fiscalizar a frota ou a estrutura interna da empresa contratada, mas sim contratar o serviço mais eficiente e pelo menor custo, como sempre fiz.
É inadmissível, em uma democracia, que a Polícia Federal seja usada para intimidar parlamentares da oposição. Buscas contra deputados exigem indícios concretos de crimes graves e a atuação de autoridades imparciais.
Causa estranheza que eu e o deputado Sóstenes, justamente quando investigamos o roubo de bilhões do INSS, tenhamos endereços violados e documentos apreendidos enquanto exercemos nosso dever constitucional de fiscalização.
Seguirei firme na oposição e na CPMI do INSS. Essas ações não irão me intimidar nem interromper meu trabalho em defesa dos aposentados".
O Partido Liberal (PL) decidiu voltar a pressionar o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), pela votação do projeto de anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro. A decisão foi comunicada pelo líder do PL na Casa, Sóstenes Cavalcante (RJ), nesta sexta-feira (24). O recuo acontece apenas dois dias após o partido ter prometido uma trégua sobre o tema, motivado pela publicação do acórdão do julgamento de Bolsonaro pelo STF na quarta-feira (22).
Sóstenes Cavalcante informou que retomará as cobranças a Motta já na próxima reunião de líderes, prevista para a semana que vem. O objetivo do partido é levar o projeto para votação no plenário da Câmara durante a primeira semana de novembro.
A mudança de postura ocorreu após o Supremo Tribunal Federal publicar o acórdão do julgamento de Jair Bolsonaro no caso da trama golpista. Segundo o líder do PL, esse fato justifica que o processo de anistia seja "acelerada", pois o documento abre prazo para os últimos recursos no caso.
O recuo do PL acontece apenas um dia depois de o partido ter adotado uma postura mais moderada. Na terça-feira (21), a legenda havia fechado acordo com Hugo Motta para diminuir a pressão sobre a pauta da anistia, o que ficou evidente durante a reunião de líderes realizada naquela tarde. Na ocasião, nenhum representante da oposição cobrou a inclusão do tema na agenda de votações.
Durante o acordo estabelecido entre o PL e o presidente da Câmara, ficou definido que a oposição só voltaria a cobrar a votação da anistia após conquistar apoio dos parlamentares de centro para a proposta.
Na reunião de terça-feira, o líder do PL na Câmara havia explicado que a estratégia era construir uma base mais ampla antes de pressionar pela votação. "Alinhamos com o Hugo Motta que vamos construir com o centro antes. Quando pedir para pautar, vamos aprovar com mais de 290 votos novamente", disse o líder do PL na terça-feira.
Com a publicação do acórdão pelo STF, a estratégia do partido mudou. Agora, Sóstenes planeja apresentar um substitutivo ao projeto da dosimetria das penas, que tem como relator Paulinho da Força (Solidariedade-SP). A nova proposta prevê uma anistia "ampla, geral e irrestrita".
O PL, partido de Jair Bolsonaro, considera que a publicação do acórdão pelo Supremo Tribunal Federal torna mais urgente a aprovação da anistia. Isso justifica o abandono da trégua acordada anteriormente com o presidente da Câmara.
A retomada da pressão pelo PL ocorrerá formalmente na próxima semana, durante a reunião de líderes da Casa. Nesse encontro, Sóstenes Cavalcante pretende oficializar o pedido para que Hugo Motta inclua o projeto na pauta de votações do plenário.
O partido Liberal (PL), partido do ex-presidente Jair Bolsonaro, liderado por Sóstenes Cavalcante (RJ) dentro da Câmara dos Deputados, decidiu ser menos invasivo e adotar uma medida mais negociativa em relação ao PL da Anistia. O deputado do Rio de Janeiro também falou que retirou a orientação de obstruir todas as pautas e comissões da casa legislativa, para mostrar que não são "tão radicais". A PL perdoa acusados e condenados que participaram de tentativa de golpe do ato de 8 de janeiro.
"Foi um gesto para dar uma oxigenada, para mostrar que não somos tão radicais. Estamos com 201 assinaturas. Vamos conseguir as 257 até quinta-feira", disse Sóstenes ao portal O Globo.
O presidente da Câmara Hugo Motta (republicanos-PB) declarou, na última segunda-feira (7), que não vai pautar propostas que podem gerar "crises institucionais".
Ainda segundo informações do O Globo, líderes de alguns partidos acreditam que o PL "errou de mão", em relação à pressão feita com a anistia.
A operação "Rent a Car", da Polícia Federal (PF), realiza buscas em endereços ligados a assessores dos deputados federais Carlos Jordy (PL-RJ) e Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), nesta quinta-feira (19). Os nomes dos assessores alvos dos mandados não foram divulgados.
A ação, que foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino, cumpre seis mandados no Rio de Janeiro, em Tocantins e no Distrito Federal.
Agentes públicos e empresários teriam utilizado contratos falsos com locadoras de veículos, por meio de um "acordo ilícito para o desvio de recursos públicos oriundos de cotas parlamentares", conforme a PF.
As ilegalidades incluem transações "sem justificativa aparente" e o chamado "smurfing", que corresponde a ação de dividir uma transferência de dinheiro irregular em pequenos depósitos sucessivos para que a negociata não apareça no radar dos órgãos de fiscalização, segundo apuração da GloboNews.
Também são investigadas fraudes em licitação no Amazonas com o envolvimento dos mesmos assessores e uma empresa, que já estava no radar da PF.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"Claro que existem preferências. Neto tem uma relação com Caiado, que era do União Brasil. Caiado apoia Neto, Zema apoia Neto, Flávio Bolsonaro apoia ACM Neto. Mesmo os que não estão na Bahia veem que a Bahia precisa mudar de rumo".
Disse o ex-ministro da Cidadania no governo Bolsonaro e pré-candidato ao Senado João Roma (PL) ao afirmar que à exceção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), todos os pré-candidatos ao Planalto em 2026 devem apoiar o ex-prefeito de Salvador e pré-candidato da oposição ao Governo da Bahia, ACM Neto (União).