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sorteio da copa feminina
A Fifa definiu nesta quinta-feira (20) os confrontos da repescagem intercontinental que vai distribuir as três últimas vagas para a Copa do Mundo Feminina de 2027, que será realizada no Brasil. Ao todo, dez seleções participarão dos playoffs, divididos em duas fases.
A primeira etapa contará com seis equipes: Uzbequistão, Taipé Chinês, África do Sul, Papua-Nova Guiné, Gana e Equador. As seleções foram divididas em três potes de acordo com o ranking da Fifa e disputarão três rodadas entre 24 de novembro e 5 de dezembro deste ano.
Os confrontos definidos pelo sorteio foram:
1ª rodada
Uzbequistão x Papua-Nova Guiné
Taipé Chinês x África do Sul
Gana x Equador
2ª rodada
Uzbequistão x Gana
África do Sul x Equador
Papua-Nova Guiné x Taipé Chinês
3ª rodada
África do Sul x Uzbequistão
Papua-Nova Guiné x Gana
Taipé Chinês x Equador
Ao fim das três rodadas, as duas seleções que somarem mais pontos avançam para a fase final da repescagem. Elas se juntarão a Venezuela, duas representantes da Concacaf e uma seleção da Uefa, que entrarão diretamente nesta segunda etapa.
A fase decisiva será disputada entre 23 de fevereiro e 6 de março de 2027. As seis equipes serão distribuídas em confrontos diretos, e as três vencedoras garantirão as últimas vagas para a Copa do Mundo Feminina.
32 SELEÇÕES
A Copa do Mundo Feminina de 2027 terá 32 participantes, mesmo número da edição de 2023. Das 14 vagas que ainda estão em disputa, sete serão definidas pelas Eliminatórias da Europa, enquanto outras quatro ficarão com seleções da Concacaf. As três restantes sairão justamente da repescagem intercontinental.
O Brasil, país-sede, já está garantido no torneio. A competição será realizada entre 24 de junho e 25 de julho de 2027, com o Maracanã recebendo a abertura e a final.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Marcius Gomes
"A Bahia não tem aprovação automática. Isso é um termo que vem sendo utilizado pela oposição, mas nós temos uma portaria, a portaria 190, que fala sobre a recuperação da aprendizagem. Eu sou da época que tinha a tal da ‘dependência’, acho que os ouvintes e os pais lembram bem disso. O que nós temos tido com a 190 é justamente isso, a gente não pode deixar o menino pelo caminho, a menina pelo caminho".
Disse o secretário de Educação do Estado, Marcius Gomes ao negar que a rede pública estadual de educação realize a “aprovação automática” dos alunos na Bahia.