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som das aguas
No coração do Rio Vermelho, o espaço Bombar não ficaria de fora da programação do bairro para o dia 2 de fevereiro, data em que é celebrado o Dia de Iemanjá.
A casa de eventos confirmou mais uma edição do 'Som das Águas', festa que se tornou uma tradição do Bombar para comemorar a data.
Com uma programação que terá início às 10h, a festa começa com o Samba na Varanda com Iyami até o meio-dia. Entre 12h e 13h, a discotecagem do DJ Assis no 1º andar.
Entre 13h e 15h, a festa será ao som do Fragmentos de Samba, que promete um repertório especial para as duas horas de show, com músicas autorais e releituras de ícones do samba. Entre 15h e 16h, o set pop volta a tomar conta da casa, com o DJ Ober assumindo as pick ups.
Das 16h as 18h, o cantor Taian Riachão, neto de um dos maiores nomes do samba, assume a pista de dança. No horário seguinte, a anfitriã da festa,a DJ Gabi da OXE, que toma conta da casa até às 19h.
Para encerrar a festa, o cantor Diggo comanda o Bombar até as 21h, e a despedida do dia 2 de fevereiro fica por conta do DJ Vennuz.
"O ‘Dois de Fevereiro no BOMBAR’ representa uma das festas mais tradicionais e undergrounds de Salvador, ao mesmo tempo. E além disso, temos o samba da nova geração ainda mais presente em nossa programação, provando que, para além do ritmo, esse é um encontro de tradição, fé e celebração nos palcos do BOMBAR. Em uma celebração tão especial como o ‘Dia de Iemanjá’, estamos mantendo viva a conexão com o ancestral, a música e a cultura baiana; em ritmos que embalam os festejos culturais", afirma Gabi da OXE.
Os ingressos para o Som das Águas está sendo vendido na plataforma Musa Ticket, e custam R$ 60 no 4º lote.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.