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Adversário do Brasil, Haiti recebe solicitação da Fifa para alteração em uniforme para Copa do Mundo
A seleção do Haiti terá de modificar o uniforme que pretendia utilizar na Copa do Mundo após solicitação da Fifa. A informação foi confirmada pela Saeta, empresa responsável pela criação da camisa, em comunicado divulgado na terça-feira (9).
Segundo a fabricante, a entidade máxima do futebol entendeu que alguns elementos visuais presentes no desenho poderiam ser interpretados como manifestações de caráter político, o que motivou o pedido de ajustes.
"O design final apresentado pela Saeta foi um tributo para os homens e mulheres que contribuem todos os dias para o futuro do Haiti e não foram pensados como uma mensagem política. Durante o processo de revisão, a Fifa determinou que certos elementos visuais poderiam ser interpretados de forma diferente por seus regulamentos e pediu modificações no design", informou a empresa.
O uniforme faz referência à Batalha de Vertières, confronto ocorrido em 1803 e considerado um marco na luta pela independência haitiana em relação à França. No entanto, a Saeta não especificou quais detalhes da camisa motivaram a solicitação da Fifa.
Na apresentação oficial do modelo, a empresa destacou o caráter histórico e simbólico da peça.
"Mais de dois séculos atrás, uma nação nasceu. Hoje, uma nova era começou. Essa é mais do que uma camisa, é um tributo ao povo haitiano. Nossa história não é somente contada oralmente. Nós vestimos, defendemos e carregamos orgulhosamente a história. Por 222 anos, o povo haitiano sempre foi orgulhoso de seu país, sempre esperando por dias melhores. O Haiti tem montanhas, mares e paisagens de palmeiras, mas a coisa mais preciosa é o povo desta terra. Nós vestimos história e vestimos orgulho", diz a descrição oficial.
O ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ednaldo Rodrigues, solicitou nesta sexta-feira (16) ao Supremo Tribunal Federal (STF) a suspensão das eleições convocadas pelo interventor Fernando Sarney para o próximo dia 25 de maio.
Na petição, Rodrigues argumenta que a realização do pleito antes do julgamento sobre a legalidade da sua destituição, previsto para 28 de maio no STF, pode resultar em sanções internacionais à CBF e às seleções nacionais.
“A despeito do não reconhecimento pela FIFA e CONMEBOL como legítimos representantes da entidade aqueles nomeados judicialmente em substituição à diretoria eleita pela Assembleia Geral, o que potencialmente sujeita a CBF e suas seleções a severas sanções, inclusive a exclusão de competições esportivas de nível internacional”, declarou no documento.
O processo que será analisado pelo STF avalia a legitimidade do Ministério Público para firmar acordos com entidades esportivas, o que impacta diretamente na validade do termo que afastou Ednaldo Rodrigues do cargo.
Em janeiro de 2024, uma decisão liminar do ministro Gilmar Mendes determinou a volta de Rodrigues ao comando da entidade, alertando para o risco de punições da Fifa caso a CBF continuasse sob gestão não reconhecida.
Além de demonstrar o interesse na suspensão das eleições, Ednaldo Rodrigues reiterou ao Supremo, um pedido feito ainda na última quinta-feira (15), a solicitação de anulação da nomeação de Fernando Sarney como interventor. Segundo ele, o estatuto da CBF prevê que, em caso de vacância, o vice-presidente mais velho assuma a presidência, o que, nesse caso, indicaria Hélio Menezes para o cargo. A CBF e o STF ainda não se manifestaram sobre.
O clipe da música "Parabéns", cantada por Pabllo Vittar e Psirico, foi alvo de uma pedido de alteração por parte do Conselho Nacional de Auto-regulamentação Publicitária (Conar).
No clipe publicado no Youtube em 25 de outubro aparece a cantora abrindo uma garrafa da vodka Skyy, prepara um drink e brinda com o público. A marca é parceira da produção.
De acordo com Lauro Jardim, o Conar pediu a inclusão da frase de advertência sobre o consumo de bebidas alcoólicas e que conste o mecanismo para acesso por maiores de idade do Youtube.
Ainda conforme o jornalista a Skyy Vodka pode recorrer, mas segundo o regimento do órgão, decisões em primeira instância devem ser cumpridas o mais rápido possível.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.