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O Sindicato dos Trabalhadores da Construção Pesada e Montagem Industrial da Bahia (Sintepav) aprovou por unanimidade, nesta sexta-feira (14), o resultado da audiência de conciliação com o Sindicato Nacional da Indústria da Construção Pesada-Infraestrutura (Sinicon) – sindicato patronal- realizada nesta quinta-feira (13), pelo Tribunal Regional do Trabalho.
Após uma semana da greve deflagrada em todo estado da Bahia, a categoria conquistou as principais reivindicações na Campanha Salarial 2024. O acordo garantiu o reajuste salarial acima da inflação e ampliação do pacote de benefícios para a categoria.
No cenário de inflação medida em 3,86% pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do IBGE, o sindicato conquistou um reajuste salarial de 5%, soma da inflação, mais o aumento real. Além disso, todos os benefícios que requerem reajuste serão ajustados no mesmo percentual.
As conquistas na Campanha Salarial 2024 do Sintepav-BA também são marcadas pela implementação da telemedicina em até 60 dias para a categoria, que terá cobertura de 24 horas e irá proporcionar acesso rápido e eficaz aos serviços de saúde para todos os trabalhadores representados pelo sindicato. As conquistas também incluem, contrato de experiência de 30 dias, aviso prévio indenizado e manutenção das demais cláusulas da CCT.
“A categoria exigia melhores condições de trabalho, salários dignos, saúde e segurança no trabalho e assistência médica para todos os trabalhadores e trabalhadoras que, através de suas mãos calejadas contribuem para o crescimento do PIB que é a soma das riquezas do país. Assim, o Sintepav-BA, através de um intenso processo de mobilização em todo estado, garantiu a vitória da categoria que possui um dos maiores pacotes de benefícios do segmento no país”, destaca Gazo, presidente do Sintepav.
O Sintepav-BA (Sindicato dos Trabalhadores da Construção Pesada e Montagem Industrial da Bahia) realizou nesta quarta-feira (12) mais uma assembleia da Campanha Salarial 2024 com os trabalhadores da construção pesada em Salvador. Durante a atividade foram atualizadas as informações sobre o processo de negociação com o Sinicon – sindicato patronal.
A categoria definiu a manutenção da greve que atinge as obras em toda Bahia, pela falta de avanços em pontos que considera essenciais das reivindicações. Nesta quinta-feira (13), ocorrerá nova audiência realizada pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT) e na sexta-feira (14) a categoria realiza nova assembleia, às 8h, no Campo da Pólvora em Salvador para definir os rumos da greve.
Segundo informações do sindicato, na Bahia, são mais de 20 mil trabalhadores e trabalhadoras da construção pesada. "Os trabalhadores e trabalhadoras do setor são responsáveis pelo crescimento do PIB que é a soma das riquezas do país, desenvolvimento econômico e social, mas as empresas se recusam em promover condições mínimas que garantam a qualidade de vida da categoria. Portanto, a greve é instrumento de luta por melhores condições de trabalho, salários dignos, saúde e segurança do trabalho, assistência médica e manutenção das demais cláusulas da Convenção Coletiva de Trabalho", destaca Gazo, presidente do Sintepav-BA.
As principais reivindicações da categoria são reposição da inflação + aumento real; concessão da Cesta Básica; Segurança e Saúde no Trabalho; Contrato de Experiência de 30 dias; Aviso Prévio Indenizado; Assistência Médica; Manutenção das demais cláusulas da CCT.
Em assembleia da Campanha Salarial 2024 realizada pelo Sindicato dos Trabalhadores da Construção Pesada e Montagem Industrial da Bahia (Sintepav-Bahia) na manhã desta sexta-feira (07), na Praça do Campo da Pólvora em Salvador, os trabalhadores e trabalhadoras da construção pesada decidiram pela deflagração de greve por tempo indeterminado em todo o estado.
De acordo com o Sintepav-BA, nas reuniões com o Sinicon, não chegou-se a uma proposta que assegure a reposição da inflação, ganho real e assistência médica. Além disso, a categoria reivindica concessão da cesta básica, segurança e saúde no trabalho, contrato de experiência de 30 dias, aviso prévio indenizado e manutenção das demais cláusulas da CCT. Na Bahia, são mais de 20 mil trabalhadores e trabalhadoras da construção pesada.
“Os trabalhadores e trabalhadoras do setor são responsáveis pelo desenvolvimento econômico, social e a geração de riqueza em nosso país, mas as empresas se recusam em promover condições mínimas que garantam a qualidade de vida da categoria. Portanto, a greve é instrumento de luta por melhores condições de trabalho, salários dignos, saúde e segurança do trabalho, assistência médica e manutenção das demais cláusulas da Convenção Coletiva de Trabalho”, destaca Gazo, presidente do SintepavBA.
Na segunda-feira (10), às 13h30 será realizada uma audiência de conciliação entre o Sintepav-BA e o Sinicon – sindicato patronal no Tribunal Regional do Trabalho. O sindicato realizará nova assembleia com a categoria na próxima terça-feira (11), às 08h no Campo da Pólvora no bairro de Nazaré em Salvador e em todas as regiões que encontram-se com as atividades paralisadas, incluindo as cidades de Pojuca, Ourolândia, Umburanas, Urandi, Uruçuca, Barreiras, São Felix do Coribe, Gentio do Ouro e Novo Horizonte.
Após longas rodadas de negociações da Campanha Salarial 2024, com o tema "Jornada de Trabalho Menor para uma Vida Melhor", o Sindicato dos Trabalhadores da Construção Pesada e Montagem Industrial da Bahia (Sintepav/Bahia) realiza, nesta sexta-feira (07), às 08h, na Praça do Campo da Pólvora, no bairro de Nazaré, em Salvador, assembleia geral com os trabalhadores e trabalhadoras da construção pesada que poderá iniciar greve por tempo indeterminado, já aprovada em toda a Bahia, através da publicação de editais.
As assembleias também ocorrem de forma simultânea nas centenas de obras nas diversas regiões do estado. Na Bahia, são mais de 20 mil trabalhadores e trabalhadoras da construção pesada, nas centenas de obras que representam R$15 bilhões em investimentos. No entanto, o Sinicon - sindicato patronal - não chegou a uma proposta que assegure a reposição da inflação, ganho real e assistência médica, que são condições mínimas para os trabalhadores e trabalhadoras responsáveis pela geração de riqueza nas diversas regiões. A construção pesada é um dos principais motores do desenvolvimento econômico e social da Bahia e do Brasil, englobando os setores público e privado, desempenhando um papel fundamental na geração de emprego e renda.
As obras de infraestrutura têm impactos significativos em toda a sociedade. Nas importantes obras, a exemplo da ampliação do metrô de Salvador, Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL), Terraplenagem, Barragens, obras de Energia Eólica, Linhas de Transmissão, entre outras, o trabalho desempenhado pela categoria influencia diretamente as questões da mobilidade urbana, além da transição energética, fundamental para a preservação ambiental, contribuindo para a vida de toda a população.
Em nota, o Sintepav reiterou que a greve é uma medida adotada diante da falta da valorização social do trabalho pelas empresas do segmento. As principais reivindicações são reposição da inflação + aumento real; concessão da cesta básica; segurança e saúde no trabalho; contrato de experiência de 30 dias; aviso prévio indenizado; assistência médica e manutenção das demais cláusulas da CCT.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.