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O Sindicato da Indústria da Construção do Estado da Bahia (Sinduscon-BA) realiza o acompanhamento mensal dos custos da construção e, depois de uma série histórica, desde 2020, com a elevação nos preços, foi identificada deflação de 1,24% no último mês de junho.
A entidade é responsável pelo levantamento do Custo Unitário Básico da Construção – CUB/m², cálculo executado de acordo com a Lei Federal nº. 4.591, de 16/12/64, e com a Norma Técnica NBR 12.721:2006 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
De acordo com o presidente do Sinduscon-BA, Alexandre Landim, a Bahia está em fase de conclusão de obras, fato este que resultou na desaceleração do setor. A deflação é o reflexo do princípio da economia entre oferta e procura. Além disso, a cadeia de suprimentos está estabilizada pós-covid19, com as fábricas em pleno vapor e logística reestruturada.
“A alta no custo dos insumos básicos foi o maior problema enfrentado pela indústria da construção no pós-pandemia e, após três anos, estamos constatando a queda no valor dos materiais de construção”, pontua Landim.
São três os grandes vetores da construção nos canteiros no estado, sendo eles os de obras públicas, de habitação de interesse social e do mercado imobiliário. Os canteiros de obras públicas se encerraram a maioria deles, sendo visto o número de escolas públicas e outros equipamentos de interesse social que foram entregues. Já as obras imobiliárias estão na fase de entrega das obras vendidas na pandemia. As boas expectativas estão voltadas agora para a retomada da habitação de interesse social com o programa Minha Casa Minha Vida.
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"É a melhor que poderia ser construída".
Disse o deputado federal da Bahia, Bacelar (PV) ao avaliar a escolha do grupo governista em manter uma chapa “puro-sangue” para a disputa estadual deste ano. Em entrevista ao Bahia Notícias no Ar, na Rádio Antena 1 Salvador, nesta segunda-feira (25), o parlamentar alega que esta formação é “a melhor chapa que poderia ser construída”.