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sindrome de patau
O cantor Zé Vaqueiro mostrou pela primeira vez o rosto do pequeno Arthur, filho caçula do artista com a esposa Ingra Soares. O herdeiro do cantor está internado desde o nascimento, no dia 24 de julho, após ter sido diagnosticado com uma malformação congênita decorrente da síndrome da trissomia do cromossomo 13, a Síndrome de Patau.
Na primeira imagem do bebê, Zé e Ingra aparecem vestidos com touca e máscara de proteção facial dentro da UTI neonatal do hospital em que o pequeno está internado. "Seguimos confiando em Deus e na sua força meu filho", escreveram eles.
Foto: Reprodução
Já na foto compartilhada no perfil de Ingra, ela aparece pegando o filho no colo e dando um beijo com uma máscara de proteção. “O seu olhar é tão forte, eu vejo DEUS em você meu filho. Eu te amo tanto. Como eu falo pra você: a mama? tá aqui”.
No último mês o casal foi criticado após fazer uma viagem com os outros dois filhos, deixando Arthur internado. Zé Vaqueiro e Ingra já são pais de Daniel Martim, de três anos de idade, e Nicolly, de 13, de um relacionamento anterior da influencer.
"Temos acompanhado as críticas em função de nossa viagem de três dias para comemorar o aniversário da Ingra. Estamos há mais de seis meses, desde o resultado definitivo da condição congênita do Arthur (Síndrome de Patau), dedicados ao seu tratamento (...) O que tenho para dizer sobre essas críticas é que entendemos que quem está de fora não sabe exatamente o que estamos sentindo e nem que Daniel e Nicole nos pediram esses dias para estarmos juntos e nos fortalecermos", completou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.