Artigos
Multimídia
João Roma diz que todos, exceto Lula, devem apoiar ACM Neto no governo da Bahia
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
simulacao de faltas
O ator Brad Pitt escolheu Neymar como seu primeiro "aluno" de uma escola fictícia para jogadores de futebol aprenderem a simular faltas. Em entrevista à revista Esquire, o astro de Hollywood brincou com as atuações de atletas durante a Copa do Mundo de 2026 e afirmou que o brasileiro precisaria de algumas aulas para melhorar suas encenações dentro de campo.
Pitt contou que assistia à partida entre Paraguai e Alemanha ao lado do jornalista Ryan D'Agostino quando se incomodou com a reação exagerada de um jogador paraguaio após sofrer uma falta. A cena serviu de ponto de partida para a brincadeira.
"Vou dar aulas de como simular faltas, porque esses caras são péssimos", afirmou o ator.
Na sequência, Pitt citou diretamente Neymar e disse que começaria o suposto curso pelo atacante brasileiro.
"É uma das piores atuações que já vi. Sei que forçar uma falta faz parte da malandragem do jogo, mas, cara, eles precisam de muita ajuda. E vou começar pelo Neymar", declarou.
O ator ainda fez referência à habilidade do brasileiro antes de voltar a provocar o camisa 10. "Por mais que ele se mova como um bailarino em campo, cara, ele precisa de ajuda", brincou.
Brad Pitt chegou a detalhar como seria seu método de treinamento para Neymar, caso realmente pudesse comandar a fictícia escola de "atuação" para jogadores.
"Vou mostrar a ele como vender a cena, como fazer isso com sutileza e como não exagerar na frequência para que pareça real. Tenho um programa de treinamento completo", completou.
A declaração foi dada durante o relato de D'Agostino para a Esquire. Na ocasião, os dois acompanhavam o confronto entre Paraguai e Alemanha, que terminou com classificação paraguaia nos pênaltis após empate em 1 a 1 no tempo regulamentar e na prorrogação.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Edson Fachin
"A moralização dos gatos públicos, a corrupção e a regulamentação do pagamento de juízes devem ser enfrentados com seriedade".
Disse o ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) durante abertura do “Judiciário em Debate", seminário promovido pela Folha de S. Paulo para discutir integridade e eficiência da Justiça.