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A apresentação da banda norte-americana Guns N' Roses em Salvador nesta quarta-feira (15), tem sido tratada como a abertura de portas para estrelas internacionais na capital baiana. Ao menos é desta forma que Arena Fonte Nova enxerga o momento que o espaço vive atualmente.
O presidente da Arena Fonte Nova, Alexandre Gonzaga, celebrou o show do grupo liderado por Axl Rose, que desde o anúncio, movimentou o setor de turismo da cidade.
Para Gonzaga, o impacto da apresentação de Guns atrai novos olhares para a cidade, e motiva empresários a continuarem investindo em Salvador. De acordo com o gestor, novos shows, tanto nacionais quanto internacionais estão confirmados para a capital em 2026.
“O mercado de eventos é um segmento importante para a economia local, pois movimenta a rede hoteleira, restaurantes e o setor de serviços. Esse impacto vale tanto para atrações de fora quanto para shows nacionais. Temos um trabalho contínuo de captação e, este ano, nossa programação está repleta de grandes artistas. Estamos viabilizando a vinda de novos nomes, com artistas do Brasil e do exterior, que serão divulgados em breve”, afirmou.
Para 2026, o próximo show internacional confirmado em Salvador é o da cantora britânica Jorja Smith. A artista foi anunciada como atração do Afropunk, que acontece fora da Arena Fonte Nova, no Parque de Exposições.
SOBRE O SHOW DE GUNS N' ROSES
O show da turnê 'Because What You Want and What You Get Are Two Completely Different Things', mobilizou uma megaoperação envolvendo mais de 3 mil profissionais, entre equipes de produção, infraestrutura, segurança, alimentação, bebidas e limpeza.
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De acordo com a equipe da Arena Fonte Nova, o show terá uma estrutura de grande porte, com 20 toneladas de equipamentos de iluminação, 70 toneladas de som e 20 toneladas de LED.
O evento contará ainda com quatro postos médicos, quatro ambulâncias avançadas, 90 brigadistas e mais de 150 profissionais nas áreas de acesso e para suporte ao público.
O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG), através da 12ª Câmara Cível, determinou que as produtoras de eventos T4F Entretenimento S/A e Metropolitan Empreendimentos S.A indenizem três consumidores de Muriaé (MG) pelo cancelamento repentino do show internacional da cantora Taylor Swift – "The Eras Tour", marcado para 18 de novembro de 2023, no Rio de Janeiro, devido às condições climáticas.
Segundo o processo, os consumidores haviam comprado os ingressos com antecedência e argumentaram que, diante da previsão de chuvas fortes, raios e calor extremo, o cancelamento deveria ter sido comunicado antes. No entanto, a decisão foi anunciada apenas quando os fãs já estavam dentro do estádio.
As produtoras alegaram, em recurso, que o cancelamento ocorreu por motivo de força maior (fortuito externo), o que isentaria sua responsabilidade civil. Também afirmaram que não deveriam arcar com despesas fora do contrato e que a situação não passou de um mero aborrecimento, não justificando indenização por danos morais.
A relatora do caso, desembargadora Maria Lúcia Cabral Caruso, destacou que "o cancelamento abrupto do evento, quando já havia indícios claros de sua inviabilidade, configura fortuito interno e falha na prestação do serviço". Segundo ela, as empresas tinham o dever de adotar medidas preventivas e de planejamento, o que as torna responsáveis pelos prejuízos sofridos pelos consumidores.
As empresas foram condenadas a pagar R$ 2.025,60 por danos materiais e R$ 4 mil a cada consumidor por danos morais. A decisão foi acompanhada pelas desembargadoras Maria Lúcia Cabral Caruso e Régia Ferreira de Lima.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.