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show de lady gaga
Um plano de ataque a bomba que teria como alvo o show da cantora Lady Gaga no Rio de Janeiro, neste sábado (3), foi frustrado pela Polícia Civil. O ato aconteceu em uma operação conjunta entre a polícia e o Ministério da Justiça, que desarticulou o grupo investigado.
Os suspeitos promoviam discursos de ódio e incentivavam crimes contra crianças, adolescentes e o público LGBTQIA+. A iniciativa foi denominada de “Operação Fake Monster”. De acordo com o Metrópoles, as apurações apontaram que os envolvidos estudavam usar explosivos improvisados e coquetéis molotov como parte de um “desafio coletivo”, para ter visibilidade nas redes sociais.
Foram identificados recrutamento de adolescentes para participação direta nos ataques. A ação criminosa foi classificada como uma ameaça real à segurança pública e à integridade física do público que foi ao evento.
Toda ação das autoridades foi conduzida de forma discreta e sem impactos diretos aos participantes do show. Já o material apreendido, a exemplo de dispositivos eletrônicos e documentos, será periciado para aprofundar as investigações.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.