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Na noite desta quarta-feira (9), George Baldock, lateral da Seleção Grega, foi encontrado morto na piscina da sua casa em Glyfada, no sul de Atenas.
A motivação de morte segue inconclusiva por enquanto, mas a polícia conduz uma investigação. Desde julho, o jogador grego atua no Panathinaikos, da Grécia. Não se sabia que ele tinha algum problema de saúde em particular.
O atleta atuou em 12 oportunidades pela seleção nacional, mas desta vez não fez parte do elenco que está em Londres para a partida da Liga das Nações da UEFA contra a Inglaterra nesta quinta-feira (10).
Baldock nasceu em Buckingham, na Inglaterra, em 1993, e adquiriu a nacionalidade grega por meio de sua avó.
O jogador foi formado como lateral direito pelo MK Dons, da Inglaterra, onde atuou até 2017, com diversos empréstimos em clubes como Oxford United e Northampton, ambas equipes do Reino Unido.
Em 2017, ele foi para o Sheffield United. No time inglês, George atuou 200 vezes em sete anos. Com isso, o atleta conquistou uma vaga na Seleção Grega. Pelos Blades, Baldock jogou por três anos na Premier League.
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André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.