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A investigação da Polícia Federal (PF) que apura possíveis crimes relacionados aos bloqueios em rodovias após as eleições de 2022 foi prorrogada por 60 dias. A decisão foi tomada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quarta-feira (6).
A escolha ocorre após a PF informar que ainda há diligências em andamento e solicitar mais tempo para concluir o inquérito, que tramita sob segredo de Justiça. As investigações buscam identificar a participação de empresas de ônibus no transporte de manifestantes até Brasília, além de possíveis conexões com os atos de Atos de 8 de janeiro.
Segundo Moraes, a continuidade das apurações é necessária diante das pendências. “Considerando a necessidade de prosseguimento das investigações, com a realização das diligências ainda pendentes, prorrogo por mais 60 dias a presente investigação”, escreveu o ministro.
Com a ampliação do prazo, a Polícia Federal deverá aprofundar a coleta de provas e concluir os procedimentos em andamento antes de apresentar um relatório final sobre o caso.
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Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.