Artigos
O mar como indústria: uma oportunidade para a Bahia
Multimídia
“A política tem que voltar a conquistar as pessoas”, pede Grizenti sobre abstenção e votos nulos
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
sexto
Pitty lança nesta sexta-feira (16) seu sexto álbum de estúdio após um hiato de sete anos desde o lançamento de “Matriz”, de 2019. A artista apresenta um projeto homônimo com 13 faixas que promete reunir diferentes perspectivas, experiências e sonoridades.
O novo projeto surge depois de um período de pausa e reorganização para a cantora, a partir de uma inspiração que, segundo ela, não foi racionalizada, já que as ideias foram surgindo. Segundo a artista, ela voltou a compor sozinha com o violão, assim como nos primeiros anos de sua carreira. “Sinto que estou fazendo o meu primeiro disco, essa é a minha sensação”, afirmou Pitty sobre o processo de criação do álbum.
Mais de duas décadas depois de estrear, a cantora reúne várias dimensões em um trabalho: a compositora que começou sozinha com o violão, a roqueira que mantém as guitarras no centro de sua linguagem e a mulher que segue experimentando novas possibilidades.
O projeto também ganhará os palcos em breve. Anunciada em agosto, a turnê estreia no dia 17 de outubro, em São Paulo, um dia após o lançamento, com ingressos esgotados. Também já estão esgotadas praças como Belo Horizonte, Porto Alegre e Vitória. Até dezembro, o show passará ainda por Curitiba (PR), Recife (PE), Ribeirão Preto (SP), Sorocaba (SP), Balneário Camboriú (SC) e Leopoldina (MG), com os últimos ingressos à venda. Em breve serão anunciadas novas datas e cidades, ampliando a passagem do show pelo país.
Entre dias de desânimo e empolgação, o autor George R. R. Martin tem aproveitado o período de quarentena para escrever o sexto livro da saga “As Crônicas de Gelo e Fogo”. De acordo com o Monet, o próxima etapa da história que inspirou a série “Game Of Thrones”, intitulada “The Winds of Winter”, tem previsão de ser concluída em 2021.
Em seu blog pessoal, Martin disse estar “gastando várias horas diárias” para produzir, já que o isolamento forçado tem contribuído para isso. Ele, no entanto, é cauteloso sobre quando o livro ficará pronto: “Acabei um novo capítulo ontem, outro há três dias e mais um na semana anterior. Mas não, isso não quer dizer que o livro estará finalizado amanhã ou publicado na semana que vem. Será um livro imenso e ainda tenho muito caminho à frente”.
Nos mesmos relatos, George também demonstrou estar chateado com o cancelamento de uma convenção que iria participar na Nova Zelândia. Apesar do adiamento provocado pela pandemia, ele já faz planos para a futura edição do evento em 2021 e imagina já estar com o livro pronto para a ocasião.
“Mas há uma coisa boa nisso tudo. A última coisa que preciso agora é uma interpretação que me custe a minha empolgação atual. Posso sempre viajar no ano que vem, quando espero que tanto a Covid-19 e ‘The Winds of Winter’ já estarão encerrados”, completou. O sexto livro da saga tem gerado expectativa para os fãs de “GoT”, que esperam um caminho diferente do que o tomado pelas criticadas últimas temporadas da série.
O isolamento recomendado para a prevenção da Covid-19 tem feito o escritor George R. R. Martin a se dedicar com mais intensidade na criação do sexto livro das “Crônicas de Gelo e Fogo”. A saga, vale destacar, foi inspiração para a série de sucesso “Game of Thrones”.
Segundo o UOL, confinado em uma locação com apenas um funcionário, George descartou qualquer contato com pessoas de fora e muito menos sairá para ir até a cidade. Com 71 anos e enquadrado no grupo de risco, o autor adotou uma rotina para escrever todos os dias a obra intitulada "The Winds of Winter".
"As coisas estão bem sombrias nos sete reinos, mas não tão sombrias quanto elas podem se tornar aqui. Alguns dias, assistindo ao noticiário, eu não posso evitar de me sentir dentro de um livro de ficção científica", refletiu Martin.
Através de seu blog, o escritor também disse que a atual situação “não é o tipo de ficção científica que sonhava viver quando era uma criança, com cidades na Lua, colônias em Marte, robôs domésticos, carros voadores”. Ele também admitiu que nunca “gostou muito das histórias de pandemia”.
Para tranquilizar os fãs, George R. R. Martin afirmou que está se sentindo bem no momento e tomando todas as precauções. Além disso, disse esperar, com positividade, que as pessoas vão sair dessa pandemia com segurança, desejando que todos os seus amigos e fãs fiquem bem.
Após lançar duas novas músicas, Maroon 5 anunciou, na manhã desta quarta-feira (4), o lançamento do seu novo álbum de estúdio. "Red Pill Blues", como foi batizado, terá pré-venda liberada nesta sexta (6). Este será o sexto disco de estúdio da banda americana, que completa a discografia com Songs About Jane (2002), It Won't Be Soon Before Long (2007), Hands All Over (2010), Overexposed (2012) e V (2014).
Foi com o trabalho de 2014 que a banda se apresentou pela primeira vez na Bahia, em Salvador, em março de 2016. Já o último show no Brasil contou com "dobradinha" no Rock in Rio, em setembro deste ano. O repertório das apresentações contemplou hits de toda a trajetória do grupo, inclusive a nova canção de trabalho "What Lovers Do", parceria com a cantora SZA.
O americano Don Mancini, criador de Chucky e roteirista dos seis filmes da saga, retoma o papel de diretor, que assumiu em “O Filho de Chucky” (2004). Mas, uma década depois, o tom mudou radicalmente. "O que eu mais queria, acima de tudo, era que Chucky voltasse a ser aterrorizante", explicou Mancini à AFP. "Além disso, é o 25º aniversário da saga e queríamos criar um fator de nostalgia no filme. Ter uma espécie de carta de amor para os fãs", disse.
A franquia Chucky, iniciada em 1988 com “Brinquedo Assassino”, arrecadou mais de US$ 175 milhões em todo o mundo. Os três primeiros filmes da série eram de terror puro, mas “A Noiva de Chucky” (1998) marcou um ponto de virada ao utilizar o humor irônico e autorreferencial. "Chucky é um personagem incrivelmente versátil. Funciona bem na comédia e no terror puro", disse Mancini. Com informações do Portal Terra.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Geraldo Alckmin
"Nós temos que fazer a economia crescer, o PIB crescer, o emprego crescer, e segurar a despesa. Aí você melhora a relação dívida/PIB".
Disse o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB) ao defender a realização de um ajuste fiscal, porém com foco em cortes de privilégios e "super salários", criticando a possibilidade de penalizar aposentados e a classe média.