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sessao ordinaria
Na próxima terça-feira (20), o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) realiza a 1ª Sessão Ordinária de 2024, a partir das 14h30. Pela manhã, às 10h, acontecerá a cerimônia de posse de seis novos integrantes do CNJ: quatro conselheiras e dois conselheiros, entre eles o desembargador do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), José Edivaldo Rocha Rotondano.
Também serão empossados o ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST) Caputo Bastos; a desembargadora federal do Tribunal Regional Federal da 3.ª Região (TRF-3) Mônica Nobre; a juíza Renata Gil, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ); a juíza federal Daniela Madeira, do Tribunal Regional Federal da 2.ª Região (TRF-2); e a advogada da União Daiane Nogueira de Lira.
A sessão será marcada ainda pela despedida da conselheira Jane Granzoto. A desembargadora do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2) encerra o mandato de dois anos no dia 22 de fevereiro.
A solenidade, que acontece no Plenário do Conselho, será transmitida pelo canal do CNJ no YouTube.
Durante a sessão, o CNJ também vai celebrar acordo de cooperação técnica com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) voltado à ampliação do ingresso de pessoas negras e indígenas na carreira da magistratura brasileira. A ação prevê a implantação do Programa CNJ de Ação Afirmativa, que vai conceder bolsa de estudo em cursos preparatórios previamente credenciados e bolsa de manutenção pelo período de até dois anos após o ingresso na carreira.
A pauta da 1ª Sessão Ordinária de 2024 traz 21 itens: oito reclamações disciplinares, seis revisões disciplinares, três processos administrativos disciplinares, três pedidos de providências e um procedimento de controle administrativo. Rotondano já deve apresentar voto como relator em dois processos administrativos disciplinares.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.