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servidora de santa maria da vitoria
O corpo da servidora pública municipal de Santa Maria da Vitória, no Oeste baiano, Édina Barbosa da Silva, de 41 anos, que estava desaparecida desde a última segunda-feira (17), foi encontrado nesta quarta-feira (19), enterrado na zona rural de Jaborandi, na mesma região.
Segundo o site Notícias da Lapa, parceiro do Bahia Notícias, o caso teve comoção em Santa Maria da Vitória, onde familiares, amigos e moradores acompanharam as buscas pela servidora com a expectativa de que ela fosse localizada com vida.
A principal linha de investigação é a de feminicídio. Édina desapareceu após sair para encontrar o ex-companheiro, de 43 anos, que foi preso durante as diligências. Imagens de câmeras de segurança registraram a servidora entrando na residência do suspeito. No entanto, não há registro de que ela tenha deixado o imóvel.
De acordo com o delegado Alexandre Haas, coordenador da 26ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (26ªCoorpin/ Santa Maria da Vitória), os elementos reunidos indicam a possibilidade de morte e ocultação do corpo.
“A apuração reuniu depoimentos, imagens de videomonitoramento, levantamentos de campo e exames periciais. Imagens registraram o suspeito utilizando a motocicleta da vítima, fato que teria sido inicialmente negado por ele. A análise dos elementos revelou contradições em sua versão e indicou que a mulher não foi vista deixando o imóvel após entrar na residência”, explicou o delegado.
Conforme a Polícia Civil, os materiais apreendidos vão passar por perícia, assim como os aparelhos eletrônicos. Em meio a isso, o suspeito permanece preso de forma preventiva na delegacia de Santa Maria da Vitória.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Marcius Gomes
"A Bahia não tem aprovação automática. Isso é um termo que vem sendo utilizado pela oposição, mas nós temos uma portaria, a portaria 190, que fala sobre a recuperação da aprendizagem. Eu sou da época que tinha a tal da ‘dependência’, acho que os ouvintes e os pais lembram bem disso. O que nós temos tido com a 190 é justamente isso, a gente não pode deixar o menino pelo caminho, a menina pelo caminho".
Disse o secretário de Educação do Estado, Marcius Gomes ao negar que a rede pública estadual de educação realize a “aprovação automática” dos alunos na Bahia.