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serie baiana
A série “Pequeno Gigante”, ambientada em Salvador, estreou no dia 8 de maio nos streamings, trazendo para o público uma trama política desenvolvida em 13 episódios. Com um elenco baiano, a produção narra a trajetória de Davi, jovem oriundo da comunidade quilombola da Ilha de Itaparica.

Em Salvador, o personagem luta contra uma especulação imobiliária e tenta impedir a desapropriação de sua comunidade se lançando no cenário político. A obra original é inspirada nas mudanças sociopolíticas e econômicas ocorridas nas últimas décadas e expressa a dicotomia análoga da cidade alta e cidade baixa.

Gravada nos municípios de Salvador e Lauro de Freitas, envolvendo diretamente mais de 600 profissionais, a série tem em seu elenco masculino os atores Guilherme Silva, interpretando o protagonista, Harildo Déda, Bruno Guimarães e Amós Heber.
"Venho agradecer por fazer parte desse projeto tão incrível, maravilhoso, e parabenizar toda equipe. Vocês (o público), vão poder conferir o resultado de toda uma equipe técnica: a direção, a direção de fotografia, o pessoal do figurino, da maquiagem, a maquinaria, que sem eles nenhum projeto de audiovisual acontece, a todo corpo de atores e elenco, tive a oportunidade de contracenar com profissionais magníficos", declarou Guilherme.

Inspiradas em mulheres baianas, as personagens femininas ganham vida através de nomes como Ana Tereza Mendes, Evana Jeyssan, Valdinéia Soriano, Laíse Leal e Raíssa Xavier, que desenvolvem papéis fundamentais na trama.
“A série Pequeno Gigante foi um trabalho que me marcou. Poder representar a personagem Ellen, uma mulher forte, que se posiciona e busca ser ouvida na sociedade e, acima de tudo, sempre com ética, em um momento como esse, é um presente. É dar voz a muitas mulheres. É uma honra estar em um projeto com tantos artistas baianos incríveis, com uma produção excelente” afirmou Raíssa sobre a sua personagem.
Segundo Ana Tereza, a obra traz temas desconfortáveis, mas necessários, por meio da arte. Já a atriz Valdinéia Soriano ressaltou a importância da produção ser nordestina, trazendo visibilidade e espaço para produções audiovisuais baianas.
Com direção de Anderson Soares Caldas e produção-executiva de Wiltonauar Moura, a série tem a premissa de trazer em seu tema a complexidade do ambiente político brasileiro. Além disso, a obra também procura trazer personagens fortes que são fundamentais para o enredo e para sua temática. “Pequeno Gigante” vai ao ar todas as quintas-feiras, às 20h.
"Pequeno Gigante é uma experiência diferenciada, contamos com uma equipe mista onde muitos tiveram sua primeira experiência ao lado de profissionais muito experientes. Conseguimos administrar um desafio de realizar em 36 diárias uma produção de 338 minutos com recursos mínimos. A compreensão desses fatores e a colaboração de todos os envolvidos, tornou possível o que podemos ver agora", destacou Wiltonauar.
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Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.