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sepultamento em coaraci
Um sepultamento foi marcado por cenas de terror na manhã deste sábado (17), no cemitério municipal de Coaraci, no sul da Bahia. Durante a cerimônia, homens armados invadiram o local, efetuaram diversos disparos de arma de fogo contra o caixão e, na sequência, atearam fogo à urna funerária, com o corpo ainda em seu interior.
De acordo com relatos de testemunhas, a ação ocorreu de forma rápida e gerou pânico entre familiares e amigos da vítima, que correram para deixar o cemitério e buscar abrigo. A Polícia Militar foi acionada, isolou a área e garantiu a segurança para a atuação da perícia.
Segundo informações do Giro Ipiaú, parceiro do Bahia Notícias, pessoa que estava sendo sepultada foi identificada como Léo Bufinha, conhecido também como Léo Dâmara. Segundo informações preliminares, ele havia morrido dias antes após um confronto com a Polícia Militar e possuía histórico de envolvimento com atividades criminosas.
A principal linha de investigação aponta que o ataque ao funeral pode estar relacionado à disputa entre facções rivais pelo controle do tráfico de drogas na região. A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar autoria e motivação do crime. Até o momento, nenhum suspeito foi preso.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.