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senador magno malta
O senador Magno Malta (PL-ES) negou ter agredido uma técnica de enfermagem durante atendimento médico no Hospital DF Star. Segundo relato da profissional, o parlamentar teria desferido um tapa no rosto dela e proferido ofensas verbais, a chamando de “imunda”. O episódio teria ocorrido na última quinta-feira (30), durante a realização de um exame.
Em vídeo publicado neste sábado (2), Malta afirmou que a acusação é falsa e classificou o caso como “falsa comunicação de crime”. O senador declarou que pretende levar a situação à Justiça.
"Oi pessoal aqui Magno Malta, eu ainda estou internado, veja que estou fazendo um exame, você é observado por 12 horas aqui e acaba de ser chocado com uma notícia de que uma auxiliar de enfermagem foi agredida por mim, eu, vocês me conhecem, eu nunca toquei a mão nem nas minhas filhas, em ninguém, em nenhuma mulher, em ninguém, isso é falsa comunicação de crime", declarou.
Ainda na gravação, o parlamentar disse que permanece internado e negou qualquer agressão. Ele afirmou que possui imagens que comprovariam sua versão dos fatos e sustentou que teria sido a vítima do ocorrido.
Malta também declarou que pretende ir “até as últimas consequências” para esclarecer o caso. Segundo ele, o atendimento médico envolvia monitoramento prolongado e um exame, contexto em que a denúncia teria surgido.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.