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selecao senegalesa
Foram necessários 151 minutos para ditar o campeão da Copa Africana de Nações. Depois de um empate em 0 a 0 no tempo regulamentar, que envolveu uma marcação de pênalti polêmica em favor de Marrocos, a seleção de Senegal deixando o campo em protesto e Brahim Díaz dando uma cavadinha que foi defendida por Edouard Mendy, Pape Gueye marcou na prorrogação e os senegaleses conquistaram o bicampeonato.
O Complexo Esportivo Moulay Abdellah, em Rabat, no Marrocos, foi a sede da decisão da Copa Africana de Nações 25/26 , e depois de 90 minutos de indefinição, parecia que mais oito minutos de acréscimos seriam suficientes para o jogo, mas com um pênalti marcado após análise do VAR e que teve muita contestação, reta final da partida foi caótica. O capitão de Senegal, Sadio Mané precisou ir ao vestiário para chamar seus companheiros de volta ao campo.
No momento da cobrança de pênalti, Brahim Díaz decidiu finalizar com uma cavadinha, mas o goleiro Edouard Mendy ficou no meio e defendeu. Com quatro minutos de prorrogação, Pape Gueye marcou o gol do título de Senegal, que conquistou o bicampeonato do torneio que havia vencido pela primeira vez em 2021.
Por outro lado, o recorte triste fica para Marrocos, anfitrião da edição de 25/26 e que poderia conquistar o segundo título da CAN de sua história 50 anos após vencer a competição pela única vez em 1976.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Otto Alencar
"A única observação feita pelo senador foi que, historicamente, as chamadas chapas ‘puro-sangue’ não obtiveram êxito eleitoral".
Disse o senador Otto Alencar (PSD) ao criticar a possibilidade de formação de uma “chapa puro-sangue” do PT na Bahia e fez referência ao histórico eleitoral desse tipo de composição, citando as eleições de 2006, quando uma chapa majoritária ligada ao carlismo acabou derrotada.