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Após a chegada de Cristiano Ronaldo em 2023, a atual janela de transferências do futebol mundial está sendo marcada por um investimento massivo dos times da Arábia Saudita. Com mais de R$ 3 bilhões gastos em contratações e ofertas de salários altíssimos para diversos jogadores que estavam na Europa, a chegada de nomes como Neymar, Roberto Firmino, Sadio Mané, entre vários outros, se tornou real.
Na contramão desse movimento, o goleiro polonês da Juventus, Wojciech Szczesny, afirmou nesta quinta-feira (17), em entrevista ao canal "TVP Sport", da Polônia, que rejeitaria uma eventual saída para o futebol da Arábia Saudita. Segundo o arqueiro de 33 anos, ele prefere ter outras prioridades e já tem muito dinheiro na vida.
"Algumas pessoas podem tomar uma decisão dessas, mas vale a pena ter outras prioridades que não a busca pelo dinheiro. Começo a conversa com alguns zeros. Já tenho muito dinheiro na minha vida. Prefiro desafios divertidos, e defender o gol da Juventus é o melhor desafio que posso ter", disse Szczesny.
Punida devido a irregularidades fiscais e pelo não cumprimento das regras de fair play financeiro da UEFA, a Juventus de Szczesny não jogará torneios europeus na temporada 2023/2024. A equipe terminou o último Campeonato Italiano na 7ª posição e, sem a punição, jogaria a Liga Conferência, a terceira competição mais importante da Uefa, atrás da Liga dos Campeões e da Liga Europa.
Wojciech Szczesny chegou à Juventus em 2017, depois de passagens por Brentford, Arsenal e Roma. O jogador tem 72 partidas disputadas pela seleção polonesa de futebol tendo disputado as Eurocopas de 2012, 2016 e 2020, além das Copas do Mundo de 2014, 2018 e 2022.
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Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.