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Foi dada a largada para a maior Copa do Mundo da história. O Mundial de 2026 começa nesta quinta-feira (11), no México, com a partida entre México e África do Sul, às 16h, pelo horário de Brasília, no Estádio Azteca.
O palco da abertura entra mais uma vez para a história do futebol. O Estádio Azteca se torna o primeiro estádio do mundo a receber três jogos de abertura de Copa do Mundo. Antes de 2026, o local também havia sido sede das partidas inaugurais das edições de 1970 e 1986.
A escolha do México para receber o primeiro jogo também funciona como uma homenagem da Fifa à importância do país na história do torneio. A edição de 2026 será a primeira organizada por três países: México, Estados Unidos e Canadá.
Antes da bola rolar no Azteca, a Fifa realizará a primeira das três cerimônias oficiais de abertura, uma em cada país-sede. O evento no México está marcado para começar às 14h30. Entre as atrações previstas estão Alejandro Fernández, Belinda, Danny Ocean, J Balvin, Lila Downs, Los Ángeles Azules, Maná, Tyla e Shakira.
O jogo entre México e África do Sul terá transmissão de todas as emissoras detentoras dos direitos da Copa do Mundo.
Ainda nesta quinta, Coreia do Sul e República Tcheca também entram em campo pelo Grupo A. A partida será disputada às 23h, no Estádio Jalisco, em Guadalajara, com transmissão da CazéTV.
Na sexta-feira (12), será a vez dos outros dois países-sede estrearem na Copa do Mundo. O Canadá enfrenta a Bósnia e Herzegovina às 16h, no BMO Field, em Toronto. A partida terá transmissão do SporTV, Globoplay e ESPN.
Antes do jogo, Toronto recebe a cerimônia oficial de abertura canadense. Entre as atrações previstas estão Alanis Morissette, Alessia Cara, Michael Bublé, Jessie Reyez, entre outros nomes.
Mais tarde, os Estados Unidos fazem sua estreia diante do Paraguai. O confronto será às 22h, no SoFi Stadium, em Inglewood, na região de Los Angeles, com transmissão da CazéTV, SBT e ESPN.
A cerimônia de abertura nos Estados Unidos está marcada para as 20h30, também pelo horário de Brasília. O evento contará com apresentações de Katy Perry, Anitta, LISA, Rema, Tyla e Future.
Jogos de abertura da Copa do Mundo de 2026:
Quinta-feira (11)
16h — México x África do Sul
Estádio Azteca, Cidade do México
Cerimônia de abertura: 14h30
23h — Coreia do Sul x República Tcheca
Estádio Jalisco, Guadalajara
Transmissão: CazéTV
Sexta-feira (12)
16h — Canadá x Bósnia e Herzegovina
BMO Field, Toronto
Transmissão: SporTV, Globoplay, ESPN e CazéTV
22h — Estados Unidos x Paraguai
SoFi Stadium, Inglewood
Transmissão: CazéTV, SBT e ESPN
A convocação do México para a Copa do Mundo de 2026 foi apresentada com homenagem à cultura popular do país. A Federação Mexicana de Futebol divulgou a lista dos 26 jogadores chamados por Javier Aguirre com uma narração feita a partir da recriação digital da voz de Roberto Gómez Bolaños, o Chespirito, criador e intérprete de personagens como Chaves e Chapolin Colorado. Assista:
A voz foi recriada digitalmente com autorização da família de Bolaños. No vídeo, a narração acompanha imagens ligadas ao cotidiano, à história e aos símbolos do México, em uma produção que busca relacionar a Seleção ao sentimento de pertencimento dos torcedores.
A homenagem também trouxe referências diretas ao universo de Chespirito. Em um dos trechos, a voz afirma: “Os que cruzaram o mundo semeando o México”, enquanto aparecem imagens de personagens de “Chaves”, como Seu Madruga, Professor Girafales, Dona Florinda e Chiquinha.
Comandado por Javier Aguirre, o México será cabeça de chave do Grupo A da Copa do Mundo de 2026. A estreia será contra a África do Sul, no dia 11 de junho. Depois, a seleção mexicana enfrentará a Coreia do Sul, no dia 18, e a República Tcheca, no dia 24.
Antes do Mundial, o México ainda fará um amistoso preparatório contra a Sérvia, no dia 4 de junho, no Estádio Nemesio Díez.
Confira abaixo os convocados do México para a Copa do Mundo de 2026:
Goleiros:
Raúl Rangel (Chivas), Guillermo Ochoa (AEL Limassol) e Carlos Acevedo (Santos Laguna).
Defensores:
Israel Reyes (América), Jesús Gallardo (Toluca), Jorge Sánchez (PAOK), César Montes (Lokomotiv), Johan Vásquez (Genoa) e Mateo Chávez (AZ Alkmaar).
Meio-campistas:
Erik Lira (Cruz Azul), Luis Romo (Chivas), Obed Vargas (Atlético de Madrid), Brian Gutiérrez (Chivas), Orbelín Pineda (AEK Atenas), Edson Álvarez (Fenerbahce), Gilberto Mora (Tijuana), César Huerta (Anderlecht), Álvaro Fidalgo (Betis) e Luis Chávez (Dinamo Moscou).
Atacantes:
Roberto Alvarado (Chivas), Alexis Vega (Toluca), Julián Quiñones (Al Qadsiah), Santiago Giménez (Milan), Guillermo Martínez (Pumas), Armando González (Chivas) e Raúl Jiménez (Fulham).
Jogos do México na fase de grupos:
- 11 de junho: México x África do Sul
- 18 de junho: México x Coreia do Sul
- 24 de junho: México x República Tcheca
O México será um dos três países-sede da Copa do Mundo de 2026, ao lado de Estados Unidos e Canadá, e entrará para a história como o primeiro a receber o torneio pela terceira vez. O país já havia sediado o Mundial em 1970 e 1986.
Na edição de 2026, o território mexicano contará com três cidades-sede — Cidade do México, Guadalajara e Monterrey — e receberá 13 partidas ao longo da competição. Entre elas, está o jogo de abertura, marcado para o Estádio Azteca, palco de momentos históricos do futebol, como o título do Brasil em 1970.
ESTÁDIOS DA COPA
- Estádio Azteca (Cidade do México)
- Estádio BBVA (Monterrey)
- Estádio Akron (Guadalajara)
Além da importância esportiva, o México também se destaca por sua relevância cultural e histórica. Com cerca de 133 milhões de habitantes, o país é o 11º mais populoso do mundo e possui forte influência indígena e espanhola. Seu território, próximo de 2 milhões de km², apresenta clima diversificado, com temperaturas médias entre 18°C e 30°C — cenário considerado favorável para a realização dos jogos.
Foto: Reprodução / X / @miseleccionmx
CONTEXTO POLÍTICO E DESAFIOS
Atualmente governado pela presidente Claudia Sheinbaum, o México vive um período de reformas sociais e tentativas de enfrentamento à desigualdade e ao narcotráfico. Ainda assim, o país lida com desafios estruturais, como a violência ligada ao crime organizado, a desigualdade regional e a pressão migratória.
No cenário internacional, o México mantém forte integração econômica com Estados Unidos e Canadá por meio do acordo USMCA. Ao mesmo tempo, enfrenta tensões recorrentes com os EUA em temas como imigração, segurança e políticas de fronteira.
Apesar dessas questões, o país não está envolvido em conflitos armados diretos.
Foto: Reprodução / X / @Claudiashein
IMPACTOS E PREOCUPAÇÕES PARA A COPA
A preparação para o Mundial também levanta debates. Em resposta a episódios recentes de violência, o governo mexicano anunciou um plano de segurança robusto, com mais de 100 mil agentes mobilizados para o torneio.
Outro ponto de atenção envolve direitos trabalhistas. Em 2025, o Sindicato Internacional dos Trabalhadores da Construção e da Madeira (IMB) acusou a Fifa de impedir uma inspeção no Estádio Azteca durante reformas, levantando questionamentos sobre as condições de trabalho.
Além disso, especialistas apontam impactos urbanos nas cidades-sede, como processos de gentrificação e aumento no custo de vida. Em algumas regiões, os preços de aluguel já registraram alta de até 40%, impulsionados pela valorização imobiliária e pelo crescimento do aluguel de curto prazo.
Foto: Reprodução / X / @miseleccionmx
A SELEÇÃO MEXICANA
A seleção do México, conhecida como “El Tri”, disputará sua 18ª Copa do Mundo e é uma das mais frequentes na história recente do torneio, participando de todas as edições desde 1994.
Curiosamente, suas melhores campanhas ocorreram justamente quando sediou o Mundial, chegando às quartas de final em 1970 e 1986. Entre os principais nomes da história da seleção estão Hugo Sánchez, Andrés Guardado, Guillermo Ochoa e Javier Hernández, o “Chicharito”.
Um episódio marcante foi o chamado escândalo dos “Cachirules”, que levou à exclusão do México da Copa de 1990 após a utilização irregular de jogadores acima da idade permitida em competições de base.
O Clube do Remo anunciou oficialmente, na manhã desta quinta-feira (18), a chegada de Juan Carlos Osorio como seu novo comandante técnico. O treinador colombiano, conhecido por seus métodos inovadores, retorna ao Brasil para liderar o projeto do Leão Azul na temporada.
Esta será a segunda experiência de Osorio no futebol brasileiro. Em 2015, o técnico dirigiu o São Paulo por pouco mais de quatro meses. Apesar da passagem curta, sua gestão foi marcada por um estilo de jogo ofensivo e pelo uso de metodologias não ortodoxas, como o sistema de rotação de elenco e seus famosos bilhetes entregues aos jogadores durante as partidas. Ele comandou o Tricolor Paulista em 29 jogos, 13 vitórias, sete empates e nove derrotas.
A saída do Tricolor Paulista, em outubro daquele ano, ocorreu em meio a uma crise política interna no clube e ao desmanche do elenco, somados ao convite para assumir o comando da Seleção do México.
Osorio consolidou sua reputação global à frente da Seleção Mexicana durante o ciclo para a Copa do Mundo da Rússia. Sob sua liderança, o México atingiu o melhor aproveitamento de um treinador nas últimas três décadas da equipe nacional. Foram 52 partidas, com 33 vitórias, 9 empates e 10 derrotas.
Na Copa de 2018, o técnico orquestrou a histórica vitória por 1 a 0 sobre a Alemanha, então campeã mundial, na fase de grupos. A equipe acabou eliminada nas oitavas de final após derrota para o Brasil.
O primeiro desafio de Osório à frente do Leão do Norte será contra o Bragantino-PA, em duelo marcado para o dia 24 de janeiro, pelo campeonato paraense. No Brasileirão, que tem início marcado para o dia 28 de janeiro, o treinador fará sua estreia contra o Vitória, em Salvador, no Estádio Manoel Barradas.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.