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A confirmação de Yago Pikachu como reforço do Remo para a temporada de 2026 provocou repercussão fora de campo. Na quinta-feira (1º), o Paysandu deixou de seguir o atacante nas redes sociais, movimento interpretado por torcedores como um rompimento simbólico após a oficialização do jogador pelo principal rival.
A atitude chamou a atenção de internautas, que associaram o “unfollow” ao encerramento de uma relação construída ao longo de cerca de uma década. Ídolo do Paysandu, Pikachu foi anunciado pelo Remo, que disputará a Série A do Campeonato Brasileiro nesta temporada.
Revelado nas categorias de base do clube bicolor, o jogador teve passagem marcante entre 2012 e 2015. No período, disputou aproximadamente 216 partidas e marcou 62 gols, desempenho que o colocou entre os principais artilheiros do Paysandu no século 21.
QUEBRA DA PROMESSA
A transferência também resgatou uma declaração feita pelo atleta em 2018, quando atuava pelo Vasco. Em entrevista ao então quadro “Bolívia Talk Show”, do canal “Desimpedidos”, no YouTube, Pikachu afirmou que não defenderia o Remo.
“Só no Remo, eu acho. Não jogaria no Remo não”, disse à época.
Além dos números, Yago Pikachu construiu no Paysandu uma imagem associada à dedicação e identificação com o clube, sendo presença constante em partidas decisivas de competições regionais e nacionais.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.