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Durante o ato que marcou a posse do secretário de Governo da Prefeitura de Salvador, Cacá Leão, na presidência do PP municipal, o ex-deputado federal analisou a chegada do partido Democracia Cristã (DC) e o Partido Renovação Democrática (PRD) para o arco de alianças do prefeito Bruno Reis (União).
Em entrevista ao Bahia Notícias na noite desta segunda-feira (26), no Centro de Convenções de Salvador, Cacá Leão salientou que a sua chegada à presidência do PP vem para reafirmar uma posição que já vinha sendo discutida desde quando ele assumiu a Secretaria de Governo, que é a de apoiar a permanência do prefeito Bruno Reis no Executivo municipal, assim que ele anunciar a sua candidatura à reeleição.
“A gente tem feito essa conversa referendada pela executiva nacional do partido, pela executiva estadual. Acho que política é isso, é a arte do diálogo. E quem quer o bem de Salvador sabe da importância que esse gesto tem neste momento, num momento ainda de pré-campanha”, afirmou.
Sobre a chegada do PRD, que surgiu a partir da fusão do Patriota com o PTB, e também do DC, Leão classificou como “um fato importante que acontece na política do Estado” que vem para fazer “a diferença”. Na entrevista, Cacá Leão também opinou sobre a posição do PP na Assembleia Legislativa, cuja bancada de seis deputados apoia o governo estadual e integra a base do governador Jerônimo Rodrigues. “A posição estadual do partido será discutida pelo presidente estadual Mário Negromonte Júnior. A gente tem tomado uma decisão a nível de município. A decisão de apoio ao governo foi da bancada de deputados estaduais nunca referendada pela executiva estadual, muito menos pela executiva nacional do partido. E a gente vai continuar tocando como a gente fez”, frisou.
Cacá Leão adiantou que o objetivo, neste momento, é o de crescer o partido que, em 2020, elegeu 92 prefeitos na Bahia. “O nosso desejo, o nosso trabalho vai ser para ampliar esse número. Quanto às eleições de 2026, a gente vai discutir quando passar às eleições municipais”, cravou.
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Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.