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O secretário da Secretaria de Ordem Pública de Salvador (Semop), Luciano Ribeiro, confirmou sua saída da liderança da pasta, nesta quarta-feira (27). A informação da saída do secretário foi obtida pelo Bahia Notícias na tarde desta quarta. Em entrevista ao BN, Luciano confirmou que não estaria mais no comando do órgão.
O secretário disse, na entrevista, que a decisão da saída do órgão foi comunicada ao prefeito Bruno Reis (União Brasil) também nesta quarta. Ele alegou que a decisão foi tomada para que pudesse se dedicar a projetos pessoais e profissionais.
“Eu tive uma conversa hoje com o Prefeito. Ele não estava esperando. Eu estou como suplente de deputado e tenho minhas bases no interior. Então nesse período tenho me dedicado muito à secretaria, porque é uma secretaria ampla, com muito muita atividade e estou sentindo que não estou podendo dar assistência devido às minhas bases”, apontou.
O deputado informou também que pensa em se dedicar mais ao trabalho e demandas do seu partido no interior da Bahia, já que ele é secretário-geral do União Brasil na Bahia e também primeiro suplente do partido na Assembleia Legislativa.
“Tenho também meu escritório de que eu preciso retomar e tem também a secretaria do partido que a gente precisa trabalhar no interior para poder montar esses partidos para a próxima eleição. Então tudo isso juntou. Eu pedi desculpa ao prefeito e é por isso mesmo, não tenho outra razão”, afirmou.
Interlocutores da gestão municipal apontaram ao Bahia Notícias que os possíveis nomes para substituir Luciano são os de Omar Gordilho, presidente da Limpurb, e de de Paulo Emannuel, atual subsecretário da Semop.
Gordilho já tinha assumido a liderança do órgão quando outros secretários saíram da pasta e comandou a Semop ao mesmo tempo em que presidia a Limpurb. O nome dele corre como o favorito para assumir o cargo em definitivo.
Luciano Ribeiro, secretário de Ordem Pública de Salvador (Semop), deve deixar a prefeitura de Salvador. Interlocutores da gestão de Bruno Reis (União) apontaram ao Bahia Notícias que o pedido de desligamento de Luciano já teria sido feito ao prefeito da capital.
Informações de bastidores apontaram que existiria um desejo de Ribeiro em deixar a pasta para cuidar de sua vida pessoal e profissional, se dedicando à advocacia. Ex-deputado estadual, Luciano Ribeiro é secretário-geral do União Brasil na Bahia e primeiro suplente do partido na Assembleia Legislativa.
Além da motivação pessoal, Luciano já teria sinalizado que também pensa em focar nas atividades políticas no interior da Bahia. Lideranças políticas do entorno de Ribeiro já teriam ouvido do ex-deputado que a maioria de sua votação seria no interior do estado e, na Semop, ele não estaria conseguindo dar a atenção devida às suas bases.
A movimentação deve ser concretizada nos próximos dias e a avaliação de Ribeiro seria de que "sua missão foi cumprida na Semop" e que "as ações da pasta estão funcionando bem".
Luciano Ribeiro assumiu a Semop em janeiro deste ano após uma reforma no secretariado promovida pelo prefeito Bruno Reis. Antes, ele foi também secretário particular na gestão do ex-prefeito de Salvador ACM Neto.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Eduardo Girão
“O Senado está totalmente prostrado. A gente vê uma comissão de ética que não foi instalada na legislatura do Davi Alcolumbre. A condução dele como presidente é uma tragédia anunciada, tanto é que eu votei contra ele. Não apenas isso, eu fui candidato contra ele até o final. Eu fico extremamente preocupado quando vejo o PL, por exemplo, que é um partido grande da oposição, apoiar o Alcolumbre e votar nele. Com a exceção do senador Marcos Pontes que se rebelou contra o próprio partido e foi até o final também. Eu tive quatro votos, o astronauta Marcos Pontes teve quatro votos, e o Davi nadou de braçada".
Disse o senador Eduardo Girão (Novo) ao fazer uma série de críticas à gestão do presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União). Em entrevista à rádio Antena 1 Salvador, nesta segunda-feira (14), o candidato a vice-presidente na chapa de Romeu Zema disse que a Comissão de Ética do Senado não tem funcionado e acusou Alcolumbre de engavetar pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).