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O Seattle Seahawks voltou ao topo da NFL. Na noite deste domingo (8), a franquia superou o New England Patriots por 29 a 13 no Super Bowl LX e confirmou o segundo título de sua história, encerrando um jejum de 12 anos desde a conquista de 2014.
A vitória foi construída, sobretudo, a partir de uma atuação impecável do sistema defensivo comandado pelo coordenador Mike Macdonald. O grupo anulou o ataque dos Patriots durante boa parte do confronto e transformou a noite do quarterback novato Drake Maye em um verdadeiro teste de resistência. Pressionado desde o início, Maye sofreu sucessivos sacks — incluindo uma marca histórica para a posição em um Super Bowl — e teve desempenho limitado, com baixa produção aérea e pouca eficiência dentro da red zone.
O JOGO
O Seahawks abriu o placar ainda no primeiro quarto, quando Jason Myers converteu um field goal de 33 jardas após uma campanha consistente, sustentada principalmente pelas corridas de Kenneth Walker III. Desde os minutos iniciais, a defesa de Seattle já ditava o ritmo e forçava os Patriots a se desfazerem rapidamente da bola.
No segundo período, o cenário se manteve. Myers voltou a aparecer com dois chutes certeiros, de 39 e 41 jardas, levando o jogo para o intervalo em 9 a 0. Até ali, o ataque de New England somava apenas 48 jardas aéreas, reflexo direto da pressão constante exercida pela linha defensiva adversária. Nas arquibancadas, o clima já era de confiança para os torcedores de Seattle.
O terceiro quarto teve novo destaque para Jason Myers. Com mais um field goal, novamente de 41 jardas, o kicker empatou o recorde de mais chutes convertidos em uma única edição do Super Bowl. O placar subiu para 12 a 0, enquanto os Patriots seguiam sem conseguir encontrar soluções ofensivas.
No último quarto, o Seahawks transformou o domínio em números definitivos. Sam Darnold conectou um passe de 16 jardas para touchdown com AJ Barner, ampliando a diferença. Em seguida, Seattle aproveitou erros do adversário para acelerar ainda mais. Drake Maye perdeu a posse de bola, recuperada e retornada para touchdown pelos Seahawks, o que levou o placar a 29 a 7 e praticamente selou a decisão.
O New England ainda esboçou uma reação tardia, com touchdowns de Hunter Henry, em recepção de 12 jardas, e de Stevenson, mas o esforço não foi suficiente para alterar o destino da partida.
Com o apito final, o marcador apontava 29 a 13 e confirmava o bicampeonato do Seattle Seahawks. A equipe encerra a temporada com uma atuação dominante no jogo mais importante do ano.
A torcida do Seattle Seahawks encontrou mais um motivo curioso para acreditar no título do Super Bowl desta temporada da NFL. Sempre que há a eleição de um novo papa, o time costuma aparecer na grande decisão — e a coincidência voltou a se repetir em 2026. Neste domingo (8), às 20h30 (de Brasília), os Seahawks enfrentam o New England Patriots no Levi’s Stadium, em Santa Clara, na Califórnia.
Ao longo da história da franquia, o Seattle disputou quatro Super Bowls. Em três deles, a temporada coincidiu com a mudança no comando da Igreja Católica, alimentando uma superstição entre os torcedores.
A primeira ocorrência foi em 2005, ano da eleição do papa Bento XVI. Na temporada seguinte, os Seahawks chegaram ao Super Bowl, mas acabaram derrotados pelo Pittsburgh Steelers, por 21 a 10.
O cenário mudou em 2013, com a eleição do papa Francisco. Na edição seguinte da decisão da NFL, o Seattle teve uma atuação dominante e conquistou seu primeiro título da liga, ao vencer o Denver Broncos por 43 a 8.
Agora, com a eleição do papa Leão XIV, a coincidência voltou a se repetir. Após a mudança no papado, os Seahawks terminaram a temporada regular com a melhor campanha de sua conferência, eliminaram San Francisco 49ers e Los Angeles Rams nos playoffs e garantiram vaga na decisão contra os Patriots.
A única exceção dessa relação aconteceu em 2015, justamente em um Super Bowl contra o New England Patriots. Naquele ano, não houve eleição de papa e o Seattle acabou derrotado por 28 a 24, em um dos jogos mais marcantes da história da NFL.
Apesar de ser norte-americano, o novo pontífice, Robert Francis Prevost, não tem um time do coração no futebol americano. O papa Leão XIV é fã de beisebol, torcendo pelo Chicago White Sox, além de demonstrar interesse por tênis.
Trauma contra os Patriots
A derrota de 2015 ainda é um trauma para a torcida dos Seahawks. O jogo foi decidido nos segundos finais, quando o quarterback Russell Wilson lançou um passe na linha de uma jarda que foi interceptado por Malcolm Butler, faltando apenas 22 segundos para o fim da partida.
O touchdown colocaria Seattle muito próximo do bicampeonato consecutivo, mas a decisão pela jogada é contestada até hoje. Na ocasião, os Seahawks contavam com Marshawn Lynch, um dos corredores mais dominantes da história da NFL.
Após aquele Super Bowl, o Seattle voltou aos playoffs algumas vezes, mas sem retornar à decisão. A esperança agora está no quarterback Sam Darnold. A equipe vive sua melhor temporada em aproveitamento nos últimos anos, com 14 vitórias e apenas três derrotas na temporada regular, além de dois triunfos nos playoffs até chegar à final.
Uma das franquias envolvidas na disputa do título da atual temporada da NFL será vendida após o Super Bowl. Segundo informação divulgada pela ESPN norte-americana nesta sexta-feira (30), o Seattle Seahawks passará por um processo de venda depois da decisão da liga.
Atualmente, a franquia é administrada por Jody Allen, irmã de Paul Allen, fundador da Microsoft e antigo proprietário do clube, falecido em 2018 em decorrência de um câncer. Conforme definido no testamento de Paul Allen, Jody atua como administradora com a orientação de que, em determinado momento, a equipe seja vendida e os recursos arrecadados destinados a instituições de caridade.
Paul Allen adquiriu o Seattle Seahawks em 1997, em uma negociação que evitou a mudança da equipe para outra cidade. Desde então, o clube viveu o período mais vitorioso de sua história. Sob a administração da família Allen, os Seahawks conquistaram 10 títulos de divisão, quatro títulos de conferência e um Super Bowl, vencido na temporada de 2014.
De acordo com o Sportico, portal especializado em negócios do esporte, a franquia está avaliada em US$ 6,59 bilhões, valor que pode ser ampliado em caso de um novo título da NFL.
Além dos Seahawks, Paul Allen também foi proprietário do Portland Trail Blazers, da NBA, e detinha 25% de participação no Seattle Sounders, da MLS. O Blazers foi colocado à venda em maio de 2025 e teve a negociação concluída em agosto, por aproximadamente US$ 4 bilhões (cerca de R$ 21 bilhões).
Dentro de campo, o Seattle Seahawks encara o New England Patriots no Super Bowl, marcado para o próximo domingo (8), às 20h30 (de Brasília), no Levi’s Stadium, em Santa Clara, na Califórnia. Campeão em 2014, o Seahawks busca o segundo título da sua história, enquanto o Patriots tenta a sétima conquista, o que o isolaria como maior vencedor do Super Bowl.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Carlos Viana
"Sou uma pessoa pública. Todas as minhas ações são passíveis de questionamento".
Disse o senador Carlos Viana (Podemos-MG) ao declarar que responderá “com a maior tranquilidade” aos questionamentos do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, sobre possíveis irregularidades em emendas repassadas à Fundação Oásis, ligada à Igreja da Lagoinha.