Artigos
Pelo fim da escala 6x1 para que tempo seja direito, não privilégio
Multimídia
João Roma diz que todos, exceto Lula, devem apoiar ACM Neto no governo da Bahia
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
scolari
Após a saída de Eduardo Coudet, no último domingo (11), o Atlético-MG chegou a um acordo com Luiz Felipe Scolari, que estava no cargo de diretor técnico do Athletico-PR, e o pentacampeão mundial em 2002 com a seleção brasileira será o novo treinador do alvinegro mineiro.
Segundo a jornalista Nadja Mauad, do ge.globo, Felipão já comunicou ao Athletico-PR a saída e o acordo com o Galo vai até dezembro de 2024. O treinador da seleção brasileira nas Copas de 2002 e 2014 teve a sua relação desgastada no Athletico-PR e decidiu buscar novos ares, aceitando voltar a treinar um time, após declarar que não pensava em voltar a comandar uma equipe no país.
A negociação entre Atlético-MG e Felipão foi rápida e começou após as negociações com Bruno Lage, plano A do Galo, esfriarem.
Como treinador, o último trabalho de Scolari havia sido no Athletico-PR, no qual ficou de maio a dezembro de 2022, perdendo a final da Libertadores para o Flamengo. Após a temporada, ele assumiu cargo de diretor do Furacão, com Paulo Turra, seu ex-auxiliar, sendo promovido a técnico do Furacão. Com o pedido de saída inesperado de Felipão, o Athletico decidiu por demitir Paulo Turra e Wesley Carvalho, profissional com passagem pelo Vitória entre 2015 e 2016, comandará interinamente a equipe.
Na carreira, Luiz Felipe Scolari acumula os títulos de campeão da Copa do Mundo de 2002, das Libertadores de 1995 (Grêmio) e 1999 (Palmeiras), do Campeonato Brasileiro de 1996 (Grêmio) e 2018 (Palmeiras), da Copa do Brasil de 1991 (Criciúma), 1994 (Grêmio), 1998 e 2012 (Palmeiras).
Aos 74 anos, Felipão irá estrear no Atlético-MG na próxima quarta-feira, dia 21 de junho, contra o Fluminense, pela 11ª rodada do Brasileiro.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.