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saxenda
A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) emitiu um parecer desfavorável à inclusão de Wegovy (semaglutida) e Saxenda (liraglutida) na rede pública de saúde para tratar obesidade.
Na medida, os técnicos do grupo estabeleceram que essas canetas emagrecedoras deveriam ser barradas no SUS. O grupo efetuou uma apreciação inicial do pedido de inclusão da semaglutida para o tratamento da obesidade graus dois e três em pacientes sem diabetes com idade a partir de 45 anos e com doença cardiovascular.
Segundo O GLOBO, os produtos não serão barrados de forma definitiva, já que o parecer técnico da Conitec não seria permanente.
De acordo com a publicação, foi elencado que entre os motivos para o parecer contrário está o custo elevado dos medicamentos. A reunião apontou que a inclusão da semaglutida no SUS, representaria um gasto de, no mínimo, R$ 3,4 bilhões em cinco anos, podendo alcançar a marca de até R$ 7 bilhões. O acompanhamento especializado que os pacientes precisam com o tratamento, a exemplo do suporte psicológico e as mudanças no estilo de vida, também foram outras justificativas apresentadas.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.