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Em celebração aos 40 anos da redemocratização brasileira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) utilizou suas redes sociais para defender a democracia e alertar sobre os riscos de um retorno do autoritarismo neste sábado (15). A data marca a posse de José Sarney em 1985, após 21 anos de ditadura militar.
Em sua publicação no X (antigo Twitter), Lula destacou os avanços do país em áreas como inclusão social, combate à fome e desigualdades, geração de empregos e melhoria da qualidade de vida. Ele ressaltou que tais conquistas só foram possíveis graças à democracia, que precisa ser defendida diariamente daqueles que ainda planejam a volta do autoritarismo.
Mais que a posse de um presidente da República, 15 de março de 1985 será lembrado como o dia em que o Brasil marcou o reencontro com a democracia.
— Lula (@LulaOficial) March 15, 2025
O presidente José Sarney governou sob a constante ameaça dos saudosos da ditadura, mas com extraordinária habilidade e compromisso…
Lula também conclamou as novas gerações a conhecerem o período da ditadura e a refletirem sobre a perda de direitos fundamentais, incluindo o direito à vida. Ele elogiou a atuação de José Sarney, que teria governado com habilidade e compromisso político sob a ameaça constante de nostálgicos do regime militar.
O ator Antônio Fagundes interpretará o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em “O Último Voo”, longa-metragem no qual também assina a produção.
De acordo com informações da coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, o filme idealizado e escrito pelo roteirista Gustavo Pinheiro remonta uma viagem realizada em 2013, reunindo, além de FHC, os ex-chefes do Executivo José Sarney, Fernando Collor, Lula e Dilma Rousseff. Com destino à África do Sul, a viagem ocorreu em ocasião do funeral de Nelson Mandela.

Foto: Reprodução / Twitter
À coluna, Pinheiro revelou que FHC já foi entrevistado para o projeto e disse que a equipe agora está em fase de agendamento com os outros ex-presidentes. O filme ainda não tem previsão de estreia.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.