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saraiva
A ginasta Flávia Saraiva confirmou seu protagonismo no Campeonato Brasileiro de Ginástica Artística ao sagrar-se campeã da prova de solo neste domingo (9). Com a conquista, a atleta do Clube de Regatas do Flamengo encerrou sua participação no torneio, realizado em Brasília, acumulando um total de cinco medalhas.
Confira seu solo:
ELA TEM SANGUE DE MARIA BONITA! ????
— Confederação Brasileira de Ginástica (@cbginastica) August 9, 2026
O que foi essa série de solo da Flavinha, meus amigos?! OURO! OURO DEMAIS!!!
13.833 ???? pic.twitter.com/NuBQS2Fsw2
Na final do solo, Flavinha apresentou uma nova coreografia, estreada na última sexta-feira (7), embalada pelas canções 'Homem com H', de Ney Matogrosso, e 'Asa Branca', de Luiz Gonzaga. A execução garantiu à ginasta carioca a nota 13,833 e o lugar mais alto do pódio.
A prova de solo foi marcada pelo domínio completo do Flamengo, que ocupou as três primeiras posições. A medalha de prata ficou com Júlia Coutinho, que obteve 13,266 pontos ao se apresentar com a trilha sonora do musical Mamma Mia. Hellen Silva assegurou o bronze com a pontuação de 13,200.
A série de conquistas havia começado na sexta-feira (7), quando a ginasta garantiu os títulos do individual geral e da competição por equipes junto ao Flamengo. No sábado (8), Flavinha conquistou a medalha de prata na disputa das barras assimétricas.
Classificação final do solo
- Flávia Saraiva (CRF-RJ) — 13,833 (Ouro)
- Júlia Coutinho (CRF-RJ) — 13,266 (Prata)
- Hellen Silva (CRF-RJ) — 13,200 (Bronze)
- Gabriela Barbosa (ECP-SP) — 12,966
- Gabriela Vieira (CRF-RJ) — 12,933
- Carolyne Pedro (CEGIN-PR) — 12,866
- Maria Eduarda Pinto (CRF-RJ) — 12,766
- Rafaela Oliveira (GNU-RS) — 12,700
A livraria Saraiva do Shopping da Bahia pode fechar as portas em meados de junho. A informação foi repassada aos colaboradores, nesta terça-feira (12), por meio de um comunicado assinado pelo Diretor de Negócios, Deric Guilhen.
O risco de encerramento das atividades da unidade está diretamente ligado com a baixa geração de receita. A redução no faturamento foi causada pelo fechamento temporário dos shoppings, como medida de conter a disseminação do novo coronavírus.
Segundo consta no documento, divulgado pela revista Veja, o encerramento definitivo da unidade acontecerá caso não tenha sucesso as negociações para diminuição do Custo Total de Ocupação (CTO) com as administradoras.
“A decisão de quais lojas fechar teve como critério os resultados de venda x o custo operacional, logo, as lojas historicamente deficitárias e para as quais não enxergamos a curto prazo possibilidade de reversão, ao contrário, com a crise econômica instalada terão seus resultados ainda piores, decidimos pelo fechamento no decorrer de maio e junho”, informou Guilhen.
Unidades da Saraiva em SP, DF, MG e RS já terão as atividades encerradas ainda este mês. Assim como a unidade de Salvador, livrarias do RJ, PR, PE e outras lojas de SP passarão pelo processo de negociação, na tentativa de evitar o fechamento definitivo em junho.
“O livro no Brasil vive seus dias mais difíceis”. Com estas palavras Luiz Schwarcz, presidente e um dos fundadores da Companhia das Letras, resumiu o momento dramático pelo qual passa o mercado editorial no país (clique aqui e saiba mais), evidenciado de forma mais contundente pelo anúncio recente de que as livrarias Cultura e Saraiva entraram com pedidos de recuperação judicial (veja aqui e aqui). “Nas últimas semanas, as duas principais cadeias de lojas do país entraram em recuperação judicial, deixando um passivo enorme de pagamentos em suspenso. Mesmo com medidas sérias de gestão, elas podem ter dificuldades consideráveis de solução a médio prazo. O efeito cascata dessa crise é ainda incalculável, mas já assustador”, comentou Schwarcz em uma carta aberta na qual propõe o apoio de toda a sociedade para recuperar o setor, que diante da crise tem causado demissão de funcionários, fechamento lojas e diminuição da quantidade de lançamentos.
Com 15 livros publicados fisicamente e online, a escritora baiana Tatiana Amaral, cujo trabalho nasceu em tempos de transição entre o mercado editorial tradicional e o das novas tecnologias, aprendeu a se adaptar às ondas e tempestades da economia. Para ela a crise não bateu forte, e pode ser uma propulsora de mudanças positivas. “Eu sempre falo que o caos é necessário, que você só consegue organizar qualquer coisa através do caos. Então, nós estamos passando outra vez por um problema”, diz a autora, que iniciou a carreira há cerca de oito anos, escrevendo fanfics de “Crepúsculo”, em blogs, e hoje tem um público consolidado no gênero de romance erótico. “A evolução é necessária, se não existisse esse medo, ninguém iria atentar pro outro lado. Por isso que eu falo que o caos é necessário, as pessoas precisam enxergar o mercado de uma outra forma, tanto o leitor, quanto o autor, as editoras, livrarias”, defende Tatiana, argumentando que diante da crise das grandes empresas, é o momento das pequenas ganharem importância.

Tatiana Amaral tem 15 livros publicados e carreira consolidada no gênero de romance erótico | Foto: Divulgação
Uma alternativa, que por sua vez também pode ter sido parte da causa da crise nas livrarias, são os livros eletrônicos e a entrada de grandes empresas internacionais no país. Para Talita Taliberti, gerente de KDP - Kindle Direct Publishing, ferramenta de auto publicação da Amazon -, o mercado do e-book tem ajudado toda a cadeia produtiva. “Com as dificuldades financeiras que as livrarias e, consequentemente, as editoras estão passando, é muito mais arriscado [investir em novos autores], primeiro porque eles não conseguem trazer todos os lançamentos, e depois também é bom pra eles [a ferramenta de auto publicação] a partir do momento que eles acabam diminuindo o risco de investir em algum novo nome”, afirma. “Com o KDP o autor tem opção de ir pro mercado, publicar sua obra, atingir leitores, mostrar seu trabalho, e é até benéfico para a editora, que depois de ver que esse autor tem sucesso, tem leitores, que a obra tem demanda, aí sim pode valer a pena a própria editora usar a ferramenta pra identificar talentos e investir em nomes que tenham um potencial maior”, argumenta.
A escritora baiana Tatiana Amaral alerta, no entanto, ser irreal a ideia de que o e-book substituiria o livro físico. “Ele está ganhando o mercado de forma forte e tudo, mas não está sendo como as pessoas acreditavam que seria”, diz Tatiana, que após lançar na internet seu primeiro sucesso, “Função CEO”, com três milhões de leituras, firmou um contrato com a editora Pandorga, no qual também tem a liberdade de publicar o livro digital de forma independente pela Amazon. “Quando você compara o crescimento dos dois, você percebe que o físico cresceu e o e-book caiu. Talvez isso ainda não seja sentido pelos autores, pelos leitores, mas já é uma realidade”, explica a autora baiana, que prefere seguir investindo ao mesmo tempo nos dois formatos. Atualmente Tatiana se prepara para relançar a obra “Traições”; entregou à editora o segundo livro da série “Mulheres do 129”; e está trabalhando em “Sem Perdão”, publicação que segundo ela ainda não sabe muito “para que lado vai”.
O fato é que hoje os novos autores - e até os já conhecidos - têm mais alternativas, podendo transitar pelo digital e o papel. Como exemplo disto, a gerente da Amazon citou o professor, escritor e filósofo Mauro Sérgio Cortella, que este ano, mesmo tendo contrato com uma editora, relançou na plataforma de autopublicação da empresa sua primeira obra, “Descartes: A Paixão pela Razão”. “O livro estava fora de circulação há 15 anos e não faria sentido voltar para as editoras. Com o KDP, por ser digital, independente e rápido, ele pôde devolver a obra para os leitores”, disse Talita.
Após a Livraria Cultura entrar com pedido de recuperação judicial (lembre aqui), a rede Saraiva também tomou uma medida drástica, e está fechando 20 lojas espalhadas pelo Brasil nesta segunda-feira (29).
De acordo com informações da coluna Babel do site Estadão, a Saraiva enviou um comunicado informando que vem tomando “medidas voltadas à evolução da operação e perenidade do negócio”. As ações incluem o fechamento das 20 lojas e o fortalecimento do e-commerce da Saraiva. A rede tem, no momento, 84 livrarias.
Segundo as informações da coluna, entre as lojas fechadas estão sedes de Londrina, Santos, Campinas, e outras, mas não inclui nenhuma unidade da Bahia.
A Saraiva e a Cultura estão gerando uma das piores crises do mercado editorial brasileiro. Nos últimos meses, não estão conseguindo liquidar o pagamento para os seus fornecedores.
Em 2017 a franquia de livros de Harry Potter completa 20 anos. Para comemorar o aniversário da série do bruxo que também rendeu oito filmes, a editora Rocco e a Saraiva promovem neste sábado (19) o evento “Encontro de fãs: 20 anos de Harry Potter” no Espaço Glauber Rocha do Salvador Shopping às 16h. A reunião marca o lançamento da coleção completa dos livros de Potter em capa dura no Brasil. Na ocasião, os fãs poderão participar de atividades sobre a saga com mediação do grupo soteropolitano de potterheads (fãs da saga bruxa) Harry Potter Salvador Magic Zoo. Escrito pela britânica J.K Rowling, os livros de Harry Potter foram traduzidos para 79 idiomas em 200 países. Na trama, o aprendiz de bruxo precisa se formar na escola mágica Hogwarts e enfrentar a ameaça do Lorde Voldemort.
SERVIÇO:
O QUÊ: Encontro de fãs: 20 anos de Harry Potter
QUANDO: Sábado, 19 de agosto, às 16h
ONDE: Saraiva, Espaço Glauber Rocha - Salvador Shopping - Salvador
VALOR: Gratuito
Lançamento Bela Cozinha 2
Data: 16/11
Local: Livraria Saraiva - Salvador Shopping
Horário: 19h
Serviço
O QUÊ: Noite de autógrafos com Isabella Taviani
QUANDO: Terça-feira (9), às 19h
ONDE: Saraiva Megastore, Shopping Barra
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