Artigos
O Paraguaçu sob ataque
Multimídia
Alex Santana revela convite de ACM Neto para assumir secretaria
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
sara sheeva
A filha de Baby do Brasil, a pastora Sara Sheeva, decidiu usar suas redes sociais para defender a mãe das críticas relativas à fala dela sobre o apocalipse durante o Carnaval. Na situação, a artista afirmou que o apocalipse aconteceria “entre 5 e 10 anos”, e foi respondida por Ivete que declarou: “Não tem apocalipse certo, Baby”.
Durante uma live, Sara acusou Ivete de não entender “nada de Bíblia". "A mamãe falou uma coisa, e Ivete entendeu outra, como se fosse uma coisa negativa. Coitada, ela não sabe nada de Bíblia". Apesar da situação, Sheeva logo alegou que não existe briga entre as artistas.
LEIA TAMBÉM:
- Baby do Brasil prevê arrebatamento durante o Carnaval de Salvador e Ivete declara: “Não tem apocalipse certo, Baby”
- Baby do Brasil explica conversa com Ivete Sangalo e reforça tese do apocalipse: "Tem que acontecer"
- Baby do Brasil diz que foi aconselhada por Deus para falar de apocalipse: "Fui abduzida"
"Coitada da Ivete quando ela mandou essa. Ela não tinha noção do que estava falando. Tenho certeza que a essa altura, alguém já deve ter explicado, a Ivete já tomou conhecimento e se arrependeu. Ela falou uma bobagem", prosseguiu.
Em seguida, a pastora contou que não gostou de ouvir a Sangalo atrelar o nome do seu hit do Carnaval a um “fato religioso”. "Quando ela usou o nome da música dela, que eu não tenho nem coragem de falar esse nome, que tem conotação sexual. Gente do céu. Ali, ela botou a vida dela em risco. Porque o mundo espiritual não perdoa brincadeira com o nome de Deus", apontou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.