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Um médico foi agredido durante os festejos juninos em um camarote privado no São João de Irecê, no Centro Norte baiano. A vítima, identificada como Hebert Ruan, disse que registrou um boletim de ocorrência contra os dois agressores e à organização do camarote, a quem acusou de não ter oferecido proteção nem assistência médica. Imagens que circulam pelas redes sociais mostram o rosto do profissional com hematomas. O fato ocorreu na primeira noite de São João.
Médico relata agressão durante camarote privado em festa junina de Irecê
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) June 26, 2025
?? Reprodução/ Youtube
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Em relato à rádio Líder FM, o médico contou que as agressões aconteceram depois que uma mulher atingiu, sem querer, o rosto de um dos agressores com um chapéu. O item era do médico que foi buscar o acessório. Um dos acusados teria visto a cena e atribuiu o fato ao médico, que acabou sendo agredido.
“A menina pegou meu chapéu e essa pessoa saiu com o chapéu. Eu fiquei aguardando, a gente já tava com o cabelo desarrumado ali, aguardei retornar, não retornou. Eu visualizei à distância. Fui buscar o chapéu. Ainda fui brincando e filmando. Ela pegou sem querer, não estou responsabilizando a menina, não foi culpa dela. No reflexo, ela puxou e pegou no rosto de um dos agressores. Aí um amigo desse agressor já veio para cima com briga, com murro”, disse.
O médico declarou ainda que após o caso soube que os mesmos suspeitos voltaram a frequentar o camarote nos outros dias de festa. O espaço também foi alvo de críticas pelo mau atendimento, com pessoas reclamando sobre cobrança indevida e falta de bebida.

Foto: Reprodução / Redes Sociais
Quando foi anunciado, o espaço prometeu uma “visão privilegiada” e boa estrutura durante os seis dias de festa, entre 18 e 23 de junho.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.