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O Itaú Unibanco superou o Banco do Brasil (BB) e passou a liderar, no terceiro trimestre de 2023, o ranking do lucro entre os “bancões” nacionais. A disputa ainda inclui o Bradesco e o Santander. No primeiro e segundo trimestre de 2023, o BB tinha assumido o topo da lista.
Já no último trimestre, o Itaú registrou uma marca de R$ 9,04 bilhões no lucro liquido e uma alta de 11,9% em relação ao mesmo período do ano passado. De acordo com publicação do Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias, o Banco do Brasil ficou pouco abaixo, com R$ 8,8 bilhões, uma evolução de 4,5% comparado a 2022. Logo depois, vieram o Bradesco com R$4,6 bilhões e um crescimento de 2,3%, e o Santander com R$ 2,7 bilhões e uma queda de 12% na comparação anual.
O lucro do Itau também ficou acima do que era aguardado pelo mercado, cuja expectativa era de R$ 8,95 bilhões e o valor passou a marca dos R$ 9 bilhões.
Segundo levantamento realizado pelo consultor financeiro Einar Rivero, durante os nove primeiros meses deste ano, o lucro líquido do Itaú atingiu R$ 24,19 bilhões. Foi o maior valor nominal já alcançado por um banco listado na Bolsa brasileira (B3). A marca anterior era do Banco do Brasil, com R$ 22,3 bilhões, em 2022.
O BB teria a menor inadimplência de dívidas vencidas a mais de 90 dias, tendo o maior índice de eficiência, que considera o tamanho das despesas em relação às receitas totais, e a maior taxa de retorno sobre o patrimônio. O indicar memensura também a capacidade de uma empresa de produzir valor ou obter lucro com recursos próprios.
O Banco do Brasil já tinha reservado R$ 788 milhões para segurar o impacto de um possível calote. No último trimestre, o valor passou a ser de R$ 1,3 bilhão de reais, correspondendo a 100% da dívida. Os dirigentes da entidade explicaram que o aumento aconteceu devido a um adiamento da publicação das demonstrações financeiras da varejista.
Terceiro colocado da lista, o Bradesco está na pior posição em quatro deles (índice de eficiência, ROE, inadimplência e proteção contra calotes).
Já o Santander, obteve, na média, um trimestre melhor do que os concorrentes, mesmo com a queda de lucro em relação a 2022. Um estudo de seis indicadores de desempenho entre julho e setembro, colocou a instituição em primeiro lugar em quatro deles.
O Santander ainda avaçou mais em tópicos como eficiência, ROE, inadimplência em 90 dias e lucro líquido ajustado (que subtrai valores destinados às reservas legais e para imprevistos do ano seguinte.
Porém, a entidade financeira ainda vai precisar alcançar os dois pares que ocupam o topo da lista. Já na análise sobre o patrimônio, por exemplo, um importante indicador de rentabilidade, o índice do Santander é de 13,1%. Já o Banco do Brasil registrou 21,3% e o Itaú alcançou 21,1%. Nesse caso, o Bradesco é que está no fim da fila, com 11,3%.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Léo Kret
"Estou aqui ó, com meu pai, com minha mãe, na minha casa. Dizendo que eu estou presa. Meu nome apenas foi mencionado numa investigação com um contrato que eu nem assino".
Disse a ex-vereadora de Salvador e cantora Léo Kret ao se pronunciar após ter se tornado alvo de busca e apreensão durante uma operação do Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).