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sania lima
Eleita melhor atleta de badminton no Prêmio Brasil Olímpico de 2023, Sania Lima está fora dos Jogos Olímpicos de Paris-2024. De acordo com os exames realizados pela Confederação Brasileira de Badminton (CBBd), ela sofreu uma lesão ligamentar no joelho esquerdo. Segundo a entidade, a atleta, de 21 anos, deverá passar por cirurgia nos próximos dias e ficará afastada das quadras por pelo menos nove meses.
Medalhista de prata nas duplas mistas, e bronze nas duplas femininas, nos Jogos Pan-Americanos de Santiago em 2023, Sania Lima acabou se machucando no final do ano durante o Torneio Internacional do Canadá quando jogava ao lado de Davi Silva contra o time dos Estados Unidos, pelas quartas de final das duplas mistas. Ela se desequilibrou e torceu o joelho esquerdo. A brasileira chegou a ser socorrida, tentou retornar ao jogo, mas deixou o local nos braços do técnico português Marco Vasconcelos, da seleção brasileira.
Ainda segundo a CBBd, Sania Lima está no Piauí, onde nasceu, fazendo fisioterapia pré-operatória. De acordo com André Luis Lugnani, médico da seleção, ela deverá passar por cirurgia ainda neste mês de janeiro.
Ao lado de Davi Silva, Sania Lima é a número 46 do ranking mundial de duplas mistas de badminton. Nas duplas femininas, ela e Juliana Viana ocupam o 50º lugar. Para garantir vaga nos Jogos Olímpicos de Paris-2024, ela precisaria estar entre as 25 primeiras duplas do mundo até o final de abril.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.