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sandrinho da varanda
O cantor, educador físico e motorista por aplicativo, Sandrinho da Varanda, está sendo acusado pela tentativa de dopar uma passageira durante uma corrida pelo aplicativo 99 pop, em Salvador. De acordo com o relato da mulher, via Alô Jucá, o caso teria acontecido quando a passageira estava saindo de sua faculdade no bairro da Pituba e solicitou uma viagem pela plataforma com destino para o bairro da Federação.
Segundo a usuária da ferramenta, os vidros do carro estavam fechados e o ar-condicionado ligado quando ela começou a sentir o corpo pesado, com sensação de tontura e desnorteada. Neste mesmo momento, a mulher notou que o motorista utilizava uma máscara de gás, conforme depoimento.
Surpresa, assustada e com medo da situação, a passageira, que não teve a identidade revelada, afirmou que abriu a janela traseira do veículo, e ficou melhor, passando o mal-estar que estava sentindo. Em um breve relato nas redes sociais, ela publicou a foto de Sandrinho, acusando ele de ter ocasionado a situação e registrou um boletim de ocorrência por conta do ocorrido.
PRONUNCIAMENTO DO CANTOR
Sandrinho da Varanda também utilizou as redes sociais para se manifestar sobre a situação. Na manhã deste domingo (8), através de um vídeo, ele negou a acusação de utilizar um de gás tóxico e uma máscara.
“Venho por meio deste vídeo me defender e sei que as medidas cabíveis serão tomadas da melhor maneira possível”, afirmou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.