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sandra sa
O palco do Largo do Pelourinho recebeu, na noite deste domingo (15), uma apresentação inédita de dois ícones da música brasileira: Nelson Rufino e Sandra Sá. Em formato de show “híbrido”, onde cada um teve a oportunidade de dominar o palco durante um trecho do show, ambos os artistas fizeram uma ponte entre Bahia e Rio de Janeiro e cantaram clássicos de suas carreiras.

O show de Nelson, um dos maiores sambistas brasileiros, foi a demonstração perfeita do tema do Carnaval de Salvador em 2026, “O samba nasceu aqui”. Aos 83 anos de idade, o soteropolitano coleciona mais de 50 anos de composições e interpretações bem sucedidas e reuniu fãs do samba em um show especial no Largo do Pelourinho.
Ele, que também foi um dos homenageados na abertura do Carnaval no Campo Grande (circuito Osmar), na última quinta-feira (12), colocou no repertório suas composições mais famosas como “Vazio (Está Faltando Uma Coisa Em Min)” e “Tempo Ê”, colocando os foliões baianos e turistas para sambas na Ladeira do Pelô. 
Já Sandra Sá, a carioca que é uma das grandes vozes da black music brasileira, subiu ao palco baiano com seu hit “Onde Está Você Agora?” e seguiu com “Demônio Colorido”. O ponto alto de sua apresentação, no entanto, foi com “Bye Bye Tristeza”, clássico de 1989, quando a carioca abriu um “corredor” no Largo do Pelourinho, para “expulsar” a tristeza; e com “Sarará Crioulo”, outro sucesso da cantora nos anos 80.
Ao final da apresentação, ambos os artistas celebraram a parceria e agradeceram a plateia baiana.

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Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Eu fiquei triste, porque ele não foi derrotado por incompetência jurídica, porque ele é um dos melhores advogados desse país, ele foi derrotado por uma questão simplesmente política. E o que vai acontecer? Eu vou mandar o Messias outra vez. Por respeito à função presidencial, sou eu que indico".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao confirmar que vai enviar ao Senado o nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga do Supremo Tribunal Federal (STF). O AGU teve sua primeira indicação rejeitada no Senado no último dia 29 de abril.