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sampaoli fala sobre agressao a pedro
No fim de janeiro, o técnico Jorge Sampaoli ficou sem clube após a saída do Rennes, da França. Nesta quarta-feira (19), em entrevista para o ge, o treinador revelou detalhes do bastidor do Flamengo, quando ainda vestia a camisa do time carioca. O argentino deixou a equipe brasileira depois do episódio do soco do preparador físico Pablo Fernández em Pedro.
“Ali terminou tudo. A gente vinha de 25 partidas sem derrotas. A equipe vinha crescendo. Ganhamos em Belo Horizonte, que para o Flamengo sempre foi muito difícil. Eu acho que esse conflito entre Pedro e Pablo foi algo assim”, disse.
Depois da virada do Rubro-Negro sobre o Atlético-MG, por 2 a 1, o time chegou a ficar a nove pontos de diferença do Botafogo, líder do Campeonato Brasileiro. Depois dessa disputa começaria as oitavas de final da Copa Libertadores contra o Olimpia.
Ainda no decorrer da conversa, Sampaoli afirmou que, depois do acontecido, já estava com o desejo de sair do Mengão.
“Inclusive, eu queria sair, porque foi um fato que mudou a história. Então era como ficar... Inclusive eu expus isso ao presidente, que disse que "não, não"... Mas não era a mesma coisa. Não era porque foi algo que nos gerou um antes e depois”, completou o treinador.
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Fernanda Melchionna
"A cantilena enfadonha da extrema direita e dos bolsonaristas chega a doer o ouvido. Um juiz, que foi um juiz ladrão, como mostrou a Vaza Jato, vem aqui tentar se mostrar como paladino da moral, como se lutasse contra a corrupção. É muita falta de vergonha na cara daqueles que votaram na PEC da bandidagem na Câmara dos Deputados vir aqui dizer que estão contra os corruptos".
Disse a deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS) ao debater com o senador Sérgio Moro (PL-PR) durante a discussão do veto do presidente Lula ao projeto da dosimetria de penas, a deputada do Psol chamou Moro de “juiz ladrão”.