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sambaqui
A cantora Rachel Reis já está no palco da Praça Cairu, em Salvador, na noite deste domingo (2). Ela participa do show Sambaqui, capitaneado pela Baiana System. A vocalista disse que tomou um susto ao se ver no telão no show de Gilberto Gil e Família na Concha Acústica.
“Foi um susto. Loucura. Como assim? No telão de Gil com monte de artista incrível da Bahia. É estranho. Nem parece que sou eu”, riu em entrevista ao Bahia Notícias. Feirense de origem, a cantora contou ao Bahia Notícias que ainda não tem ideia de quanto representa a cidade, sobretudo na festa do Dois de Julho. “A sensação é de alegria e aquela coisa clichê de gratidão, mas é isso mesmo”, comentou.
Prestes a entrar no palco na noite deste domingo (2) na Praça Cairu, em Salvador, pela Baiana System, o guitarrista Beto Barreto não escondeu a ansiedade para apresentação. Barreto considera que o show deve representar a ideia do Dois de Julho, a mistura de vozes e de ritmos.
Denominado de Sambaqui, o show fará dobradinhas como Lazzo Matumbi, Rachel Reis, Claudia Manzo, Liz Reis, Vandal e Elivan Conceição, além dos Caboclos de Itaparica e da Orquestra Afrosinfônica.
“Porque o Dois de Julho é essa data que diferente do simbolismo cívico-militar do Sete de Setembro, traz em si justamente essa participação popular, a miscigenação colocada na forma de fazer as coisas. Enfim, é a participação dos indígenas, do povo, da forma como aconteceu, e isso na música é muito representativa”, disse ao Bahia Notícias.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.