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samara pink
Uma funcionária da WeGym, academia fundada por Virginia Fonseca e Samara Pink, anunciou nas redes sociais que deixou o emprego após relatar episódios de homofobia e discriminação no ambiente de trabalho.
Ana Carla afirmou que decidiu sair da empresa depois de vivenciar situações que, segundo ela, ultrapassaram os limites do respeito e estariam relacionadas à sua orientação sexual. A profissional disse que alguns episódios anteriores foram relevados, mas que optou por se posicionar após considerar que a situação havia chegado a um limite.
Segundo Ana Carla, funcionários da recepção ficam na linha de frente do atendimento e precisam lidar com cobranças e problemas. Ela defendeu que a liderança seja baseada em respeito, responsabilidade, preparo e trabalho em equipe. A ex-funcionária não detalhou quais situações teriam ocorrido, nem citou os nomes dos envolvidos. A WeGym foi fundada em Goiânia no fim de julho.
VEJA A NOTA COMPLETA:
A festa em comemoração aos 4 anos da empresa WePink, que tem Virgínia Fonseca como sócia, deu um susto na influenciadora e em sua parceria de negócio, Samara Pink, após descobrirem um invasor no espaço.
Em conversa com a sócia, Virgínia descobriu que um homem se escondeu no local e planejava ficar lá até o início da festa, no entanto, os seguranças descobriram e retiraram o penetra.

“Acredita que tinha uma pessoa escondida no meio da festa? Escondida real, os seguranças pegaram”, contou Samara.
A festa, realizada em São Paulo na última segunda-feira (15), estava avaliada em mais de R$ 1 milhão. Entre os shows programados para a noite estavam Ludmilla, Belo e Felipe Amorim.
Nas redes sociais, Virgínia celebrou o sucesso da empresa. “Hoje é um dia muito especial para nós: 4 anos da nossa empresa, 4 anos em que já não dormimos direito mais, kkkk! 4 anos de muito trabalho, muito foco, muitos problemas e muitasssss conquistas!!!!! Sou só gratidão a Deus por tudo!!! Hoje é dia de comemorar!”, escreveu.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.