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Para tentar impedir a ocorrência de novos casos como o da jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, que faleceu após ser lançada de uma altura de 40 metros sem o equipamento de segurança durante um salto de “rope jump”, o deputado Capitão Alden (PL-BA) apresentou um projeto na Câmara para inserir na Lei Geral do Esporte normas nacionais rígidas de segurança para a prática de esportes radicais.
Capitão Alden disse ter ficado chocado com a negligência dos instrutores que deixaram de conectar a jovem à corda de segurança do equipamento. Imagens que circulam desde o fim de semana mostram Maria Eduarda sendo conduzida até a plataforma, na chamada Ponte do Esqueleto, em Limeira (SP), por integrantes da equipe responsável pela atividade.
Logo após a jovem ser lançada ao ar por três instrutores, é possível ouvir pessoas gritando “gente, a corda”, ao perceberem que o equipamento de segurança não havia sido conectado. Para o deputado baiano, é inadmissível que empresas que oferecem atividades de alto risco demonstrem tamanha negligência com a parte da segurança.
“A ausência de regras nacionais ficou evidenciada diante de acidentes graves registrados no Brasil, demonstrando a necessidade de medidas preventivas voltadas à proteção da vida e da integridade física dos participantes”, afirmou Capitão Alden.
O Projeto de Lei 3099/2026, apresentado pelo deputado do PL da Bahia, busca evitar que outras pessoas paguem com a vida por negligência ou omissão dos responsáveis. Capitão Alden chamou a sua proposta de “Lei Maria Eduarda Rodrigues de Freitas”.
“O projeto apresentado tem a finalidade de aperfeiçoar a Lei Geral do Esporte, instituindo normas nacionais de segurança para a realização de esportes radicais e atividades recreativas de alto risco. Nos últimos anos, atividades como ‘rope jumping’, ‘bungee jumping’, ‘rapel’, ‘escalada’ e modalidades semelhantes passaram a atrair crescente número de praticantes em todo o país. Apesar de sua expansão, inexiste legislação federal específica que estabeleça requisitos mínimos de segurança, qualificação dos operadores, manutenção dos equipamentos, protocolos de emergência e fiscalização dessas atividades”, disse o deputado baiano.
Um sargento da Polícia Militar matou a tiros dois colegas de trabalho em Salto, no interior de São Paulo, na manhã desta segunda-feira (15). De acordo com a PM, o crime ocorreu na 3ª Companhia da Polícia Militar do 50º Batalhão de Polícia Militar do Interior, por volta das 9h.
O autor dos disparos foi identificado como Gouvea. As vítimas, sargento Roberto da Silva e o capitão Josias Justi, foram socorridas em estado grave, mas não resistiram. Segundo testemunhas, o atirador teria usado um fuzil. A PM não forneceu mais detalhes sobre o episódio, nem divulgou os nomes dos envolvidos. As informações são do portal Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias.
O caso será analisado pela Corregedoria da Polícia Militar. “É com extremo pesar que a Polícia Militar informa que, nesta segunda-feira (15), por volta das 9h, dois policiais militares foram atingidos por disparos de arma de fogo efetuados por um sargento da instituição por razões ainda a serem esclarecidas. O crime ocorreu nas dependências da 3ª Companhia do 50º Batalhão de Polícia Militar do Interior (50º BPM/I), situada na cidade de Salto. Infelizmente, as vítimas entraram em óbito. Todas as providências de Polícia Judiciária Militar estão em andamento neste momento, e a Corregedoria acompanha as apurações”, disse a PM em nota.
SEGUNDA TRAGÉDIA
No domingo (14), um episódio parecido aconteceu no interior do Ceará. Quatro policiais foram mortos a tiros por um colega dentro da Delegacia Regional de Camocim a cerca de 350 quilômetros da capital Fortaleza.
O suspeito de autoria do crime é o inspetor Antônio Alves Dourado, que está sob custódia. O delegado da unidade Adriano Zeferino de Vasconcelos, disse que já havia recebido ameaças veladas e que estava andando de colete a prova de balas.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Eduardo Girão
“O Senado está totalmente prostrado. A gente vê uma comissão de ética que não foi instalada na legislatura do Davi Alcolumbre. A condução dele como presidente é uma tragédia anunciada, tanto é que eu votei contra ele. Não apenas isso, eu fui candidato contra ele até o final. Eu fico extremamente preocupado quando vejo o PL, por exemplo, que é um partido grande da oposição, apoiar o Alcolumbre e votar nele. Com a exceção do senador Marcos Pontes que se rebelou contra o próprio partido e foi até o final também. Eu tive quatro votos, o astronauta Marcos Pontes teve quatro votos, e o Davi nadou de braçada".
Disse o senador Eduardo Girão (Novo) ao fazer uma série de críticas à gestão do presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União). Em entrevista à rádio Antena 1 Salvador, nesta segunda-feira (14), o candidato a vice-presidente na chapa de Romeu Zema disse que a Comissão de Ética do Senado não tem funcionado e acusou Alcolumbre de engavetar pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).