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A digital influencer e ativista Tia Má, presente na saída do bloco afro Ilê Aiyê, ressaltou a importância e a representatividade do grupo. Ao Bahia Notícias, Tia Má apontou que segue lutando para "assegurar a existência" dos seguidores do bloco.
"Até mesmo quando achamos que já ocupamos. Que cada vez mais a gente compreenda que nada está posto, a gente precisa continuar lutando para assegurar nossa existencia. Assim como o Ylê, como Dona Hilda. Toda mãe preta sabe o que é seu filho querer ir para rua, mas você não se sente segura para liberar. Toda mãe preta sabe o que é isso", disse ao Bahia Notícias.
Emocionada, Tia Má revelou que nunca sonhou em "ser princesa", e sim, em "ser Deusa" do Ébano. "Saio de casa que sou filha da mais bela dos belos, do mais belo dos belos. Tenho certeza da minha beleza quando estou com minha endumentária. Não devolvo nada ao Ilê, continuo absorverdo. COntinuo batendo palma e reconhecendo. Precisa reconehcer a importanria desse bloco, na parte de formação, intelectual, que foram formadas a partir dessa instituição", completou.
A saída do Ilê Aiyê, neste sábado (18), foi marcada por emoção. Após dois anos sem a cerimônia, interropida por causa da pandemia, o bloco viu mais uma vez o momento em que as pombas são soltas e ocorre o banho de pipoca na Senzala do Barro Preto, na Ladeira do Curuzu.
Depois do momento tradicional, que contou ainda com a apresentação da Deusa do Ébano, o cortejo saiu do Curuzu em direção Plano Inclinado da Liberdade – circuito Mãe Hilda. Este ano, o tema é "Centenário de Agostinho Neto: O Herói da Independência de Angola".
Depois, seguem para o Campo Grande, onde farão o trajeto do circuito Osmar, fechando a lista de atrações desta noite.
???? Ladeira do Curuzu pic.twitter.com/zgzSXVQLbA
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) February 19, 2023
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.