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O ministro do Turismo, Celso Sabino, anunciou nesta sexta-feira (26) que deixará o cargo após o ultimato dado pelo União Brasil na última quinta-feira (18). Apesar do pedido de demissão, Sabino permanecerá na função até a próxima quinta-feira, 2 de outubro.
“Tive uma conversa hoje com o presidente da República e, em virtude da decisão que o partido tomou, entreguei ao presidente minha carta com pedido de saída do ministério, cumprindo meu compromisso”, declarou o ministro no Palácio do Planalto.
Mesmo após o anúncio, Sabino afirmou que seguirá acompanhando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em compromissos oficiais, incluindo a entrega de obras previstas para a COP30, em Belém, na próxima semana. O período de permanência também abre espaço para que Lula tente reverter a decisão do partido ou escolha um sucessor.
O ministro disse que tem buscado diálogo com a Executiva Nacional do União Brasil, mas evitou responder se chegou a negociar uma autorização para permanecer no cargo.
“Acredito no diálogo e que os homens públicos vão trabalhar pelo bem do país. Vou seguir conversando com as lideranças do partido”, afirmou.
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Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.