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ruy ferraz fontes
A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) trata como vingança do Primeiro Comando da Capital (PCC) o assassinato do ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes, ocorrido na noite desta segunda-feira (15), na Baixada Santista. O ex-chefe da Polícia Civil foi morto a tiros de fuzil após perseguição que terminou em colisão contra um ônibus.
A polícia trabalha com a hipótese de que o ataque desta segunda-feira tenha sido uma emboscada.
Logo após o crime, o atual delegado-geral, Artur Dian, e outras autoridades da cúpula da Segurança Pública se deslocaram para a região. O comandante do Choque, Valmor Racorti, informou que ao menos 100 policiais de batalhões especializados foram enviados à Baixada Santista para realizar buscas pelos responsáveis.
“Isso aí certamente foi vingança do PCC. Ele lutou muito contra a facção”, declarou o secretário-executivo da SSP, Osvaldo Nico Gonçalves, ao Metrópoles.
Ruy Ferraz foi o primeiro delegado a investigar a atuação da facção em São Paulo, no início dos anos 2000, quando chefiava a Delegacia de Roubo a Bancos do Deic. Em 2019, já como delegado-geral, ele foi jurado de morte pelo PCC após coordenar a transferência do líder do grupo, Marcos Herbas Camacho, o Marcola, para um presídio federal.
Imagens de câmeras de segurança mostram que o carro do ex-delegado foi perseguido por criminosos. Ao tentar escapar, ele colidiu contra um ônibus. Três homens armados desembarcaram de outro veículo e efetuaram diversos disparos de fuzil contra o carro de Ruy Ferraz, que não resistiu.
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Donald Trump
"O governo cubano está conversando conosco e eles têm problemas muito sérios, como vocês sabem. Eles não têm dinheiro, não têm nada agora, mas estão conversando conosco e talvez vejamos uma tomada de poder amigável em Cuba”, disse o presidente a repórteres ao sair da Casa Branca para uma viagem ao Texas. “Sabe, temos pessoas morando aqui que querem voltar para Cuba".
Disse o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao comentar que está considerando uma "tomada de controle amigável" de Cuba, enquanto Washington pressiona a ilha comunista.