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Segundo comunicado da promotoria nacional da Espanha, a atacante Jenni Hermoso apresentou nesta quarta-feira (6) uma queixa criminal sobre o beijo não consentido dado pelo chefe da Federação de Futebol da Espanha, Luis Rubiales, na final da Copa do Mundo Feminina de futebol, vencida pelas espanholas diante da Inglaterra.
Hermoso, que se manifestou publicamente recentemente, negando consenso com o beijo dado por Rubiales, foi à sede da Promotoria Geral do Estado para prestar depoimento contra o dirigente. A jogadora acusa Rubiales de crime de agressão sexual.
"Quero esclarecer que em momento algum consenti o beijo que ele me deu, e em momento algum tentei levantar o presidente. Não tolero que se coloque em dúvida a minha palavra, muito menos que inventem palavras que eu teria dito", disse Hermoso antes de prestar depoimento.
A Promotoria abriu investigação contra Rubiales no dia 28 de agosto. O dirigente está suspenso pela Fifa em virtude da investigação do caso e a federação está sob comando de um interino, que nessa semana anunciou a saída de Jorge Vilda do cargo de técnico da seleção espanhola de futebol.
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"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.