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roupa branca
Apesar do costume de vestir branco no Réveillon e Ano Novo, nem todo mundo é adepto ao costume. No Festival da Virada, neste domingo (31), a nossa reportagem flagrou diversas pessoas apostando no preto para os looks da festa.
Entre os foliões, estavam as amigas Bianca Vitória, de 21 anos, e Clara Kaates, de 18 anos, que foram ao show de preto para curtir a primeira atração do dia, o cantor Lincoln Sena. “A gente veio assim porque vamos curtir o show e depois trocar para a virada”, afirmaram as jovens.

Muito comum no Brasil, a tradição de usar branco no Réveillon e Ano Novo surgiu por volta dos anos 70. De acordo com especialistas, a influência é das religiões de matriz africana, como candomblé e umbanda, onde os adeptos costumam vestir branco para realizar suas liturgias, inclusive no final de ano. Cerca de 50 anos depois, o costume de vestir branco já está praticamente incorporado na cultura brasileira.
Por outro lado, a fã de Ivete, Ana Paula Bastos, de 25 anos, afirma que a cor não faz muita diferença para ela: “Eu não acredito em superstição. Passei de branco ano passado, mas não fez diferença, então esse ano eu mudei”, conta. No entanto, ela alega que já se arrependeu da escolha: “Eu não sabia o que vestir, daí escolhi essa roupa e já me arrependi porque que está calor”
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Além do preto, o público do Festival Virada também apostou nas cores, como azul, vermelho e amarelo. Entre as relacionadas estão os pedidos de fé, sabedoria, vitalidade, amor e dinheiro.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.