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rogerio rodrigues
A série infantil “Comer, Beber e Aprender”, que combina os formatos de live action, animação e documentário, será exibida pela primeira vez nesta sexta-feira (15), durante a 53ª edição do Festival de Cinema de Gramado. A produção tem estreia marcada para o Canal Futura no dia 22 de agosto.
Criada por Rogério Rodrigues, Rose França e Hewelin Fernandes, a obra foi gravada no Vale do Capão, na Chapada Diamantina (BA). A narrativa acompanha Helena, interpretada por Helenna Fernandes, uma menina que visita famílias da região para aprender receitas.
Ao longo dos episódios, ela reúne os preparos em um caderno que, por meio da culinária, revela aspectos culturais do território onde vive.
Segundo Rogério, a escolha dos pratos apresentados na série teve um critério afetivo. “Nosso ponto de partida foi a busca de receitas que tivessem significado para cada família apresentada. A partir disso, buscamos montar uma diversidade que representasse a força da culinária brasileira, misturada a traços de outras culturas que a região abriga com tanta naturalidade”, afirmou o diretor.
A protagonista também contracena com duas personagens criadas por computação gráfica: Estrela e Gravatinha, interpretadas por Duda Menegheti.
De acordo com Rose França, a proposta da série é unir realidade e fantasia. “A proposta era visitar famílias e receitas reais e, ao mesmo tempo, criar um universo mágico, onde a personagem pudesse viver seus conflitos, imaginar e brincar”, explicou.
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Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.