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Jair Bolsonaro pede autorização para receber Marinho e Tereza Cristina em meio à disputa pelo Senado
O ex-presidente Jair Bolsonaro pediu autorização ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para receber os senadores Rogério Marinho (PL) e Tereza Cristina (PP). Ambos são rivais que disputarão a Presidência do Senado Federal contra Davi Alcolumbre. O pedido foi apresentado em meio às articulações para a disputa pelo comando da Casa.
Bolsonaro solicitou que os encontros sejam realizados na residência onde cumpre prisão domiciliar humanitária, em datas ainda a serem definidas. O ex-presidente indicou preferência por reuniões às terças, quartas ou quintas-feiras.
A solicitação ocorre um dia depois de o PL oficializar a candidatura de Rogério Marinho à Presidência do Senado. Líder da oposição na Casa, o parlamentar é apontado como principal adversário do atual presidente, Davi Alcolumbre (União), na disputa pelo cargo.
Marinho foi coordenador da campanha presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL). Na disputa pelo comando do Senado, ele pretende reunir parlamentares insatisfeitos com a atuação de Alcolumbre, especialmente quanto à postura da Casa com o Executivo e o Judiciário.
Tereza Cristina, por sua vez, também mantém a intenção de disputar a presidência do Senado e busca apoio entre integrantes do Centrão. A senadora e Marinho, no entanto, discutem a possibilidade de evitar uma disputa direta entre os dois.
Segundo Marinho, há um entendimento entre os parlamentares para que ambos avaliem a viabilidade de suas candidaturas antes de uma eventual definição de um nome único da oposição para concorrer ao comando da Casa.
A senadora Tereza Cristina (PP) desistiu de assumir a relatoria da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2027. A parlamentar decidiu concentrar esforços na articulação de sua candidatura à presidência do Senado Federal, cuja eleição está prevista para fevereiro do próximo ano.
A decisão foi comunicada a interlocutores após o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União), manifestar a intenção de indicar Tereza Cristina para a função. Com a desistência, o senador Eduardo Gomes (PL) passou a ser apontado por parlamentares como possível substituto. A indicação, no entanto, ainda não foi oficializada.
As informações foram confirmadas pelo jornal O Globo. A movimentação ocorre em meio às articulações para a disputa pelo comando da Casa. Tereza Cristina mantém sua candidatura, mesmo após o PL anunciar oficialmente, nesta quarta-feira (4), o nome do senador Rogério Marinho (PL) para concorrer ao cargo.
Os dois parlamentares afirmam que pretendem buscar um entendimento para evitar a divisão dos votos da oposição. O principal adversário na disputa é o atual presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que também pretende concorrer à reeleição.
Inicialmente, a indicação de Tereza Cristina para a relatoria da LDO era dada como certa. Na terça-feira (3), o senador Eduardo Braga (MDB), escolhido para relatar a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2027, afirmou que Alcolumbre havia comunicado a intenção de designar a ex-ministra da Agricultura para a função. A expectativa era de que o anúncio ocorresse nesta quarta-feira.
A eventual escolha de Eduardo Gomes é interpretada por interlocutores como um gesto de aproximação com a oposição em meio à disputa pela presidência do Senado. Procurada, a assessoria do senador informou que ainda não havia confirmação oficial sobre a indicação.
A bancada do Partido Liberal (PL) no Senado lançou, nesta quarta-feira (4), o nome do senador Rogério Marinho (PL) para disputar a presidência da Casa. A eleição está prevista para 1º de fevereiro de 2027, quando terá início a próxima legislatura.
Atual líder da oposição no Senado, Marinho recebeu o apoio dos parlamentares do PL e também da bancada do Novo, que contará com três representantes. O partido terá a maior representação da Casa a partir de 2027, com 29 das 81 cadeiras.
Apesar do lançamento da candidatura, a disputa ainda reúne outros nomes. Entre eles estão a senadora Tereza Cristina (Pp), que também pretende assumir o comando do Senado, e o atual presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União), que busca a reeleição.
As informações foram confirmadas pela Assessoria do parlamentar ao jornal Folha de S. Paulo. Durante reunião realizada em Brasília, que contou com a presença de 33 senadores, Rogério Marinho afirmou acreditar na possibilidade de conquistar mais de 40 votos para vencer a eleição.
O senador também destacou que mantém um acordo político com Tereza Cristina para evitar uma disputa entre os dois integrantes do mesmo campo político. A expectativa é que, em janeiro de 2027, um dos candidatos retire sua candidatura para concentrar os apoios em torno de um único nome contra Alcolumbre.
Marinho afirmou que considera Tereza uma aliada e reconheceu a legitimidade de sua intenção de disputar a presidência da Casa. A movimentação, entretanto, já provocou desconforto entre integrantes do PP. Parlamentares ligados ao partido demonstraram insatisfação com o lançamento da candidatura do PL e com manifestações nas redes sociais e em banners que pressionavam Tereza Cristina a desistir da disputa.
O senador Rogério Carvalho (PT), relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública no Senado, apresentou nesta terça-feira (3) um parecer que deixa de fora as propostas de redução da maioridade penal. A decisão contraria uma das principais reivindicações da oposição, que ainda tenta incluir o tema na votação da matéria.
No relatório, Carvalho propõe que as emendas apresentadas pelos senadores Rogério Marinho (PL), líder da oposição, e Camilo Santana (PT) sejam retiradas da PEC e passem a tramitar como propostas independentes. A medida busca preservar o texto aprovado pela Câmara dos Deputados e evitar que a matéria precise retornar à Casa para uma nova análise.
EMENDAS EM JOGO
A proposta do relator será submetida ao plenário antes da votação do texto principal. Os senadores terão de decidir sobre dois requerimentos, um para cada emenda. Caso sejam aprovadas, as propostas sobre a maioridade penal seguirão em tramitação separada, sem integrar a PEC da Segurança. Carvalho defendeu que a discussão sobre a responsabilização criminal de adolescentes continue no Congresso, mas em uma proposta específica. “Vamos manter a discussão, mas fora da PEC da Segurança. Queremos que a PEC seja aprovada hoje”, disse o senador.
A emenda apresentada por Rogério Marinho propõe reduzir a maioridade penal de 18 para 16 anos como regra geral e para 14 anos em casos de crimes hediondos, tortura, tráfico de drogas, terrorismo e participação em organizações criminosas. Já a proposta de Camilo Santana prevê a responsabilização criminal a partir dos 16 anos exclusivamente para crimes hediondos, mantendo a idade de 18 anos para os demais delitos.
O relator avaliou que as duas iniciativas extrapolam o objetivo central da PEC, voltada à reorganização das políticas de segurança pública e ao enfrentamento do crime organizado. Carvalho também apresentou ressalvas à proposta de Marinho, especialmente à previsão de redução para 14 anos e à possibilidade de ampliação das hipóteses de responsabilização por meio de legislação posterior.
Além das emendas sobre maioridade penal, o senador rejeitou outras quatro sugestões apresentadas durante a tramitação no plenário. Elas tratavam da destinação de recursos da segurança pública às Forças Armadas, da inclusão de agentes de trânsito e órgãos socioeducativos entre as forças de segurança e do reconhecimento constitucional das polícias científicas.
O PL deve lançar o senador Rogério Marinho (RN) como candidato à presidência do Senado, em disputa com o atual presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). O partido marcou para a próxima quarta-feira (4) uma reunião com senadores e deputados federais, tanto os que estão no mandato quanto os eleitos em outubro, para definir sua posição nas eleições para o comando do Senado e da Câmara dos Deputados.
A informação sobre a candidatura de Marinho foi divulgada pela colunista Bela Megale. As eleições para as presidências das duas Casas acontecem em fevereiro de 2027, no início da nova legislatura.
Alcolumbre, que como presidente do Senado também comanda o Congresso Nacional, já articula para continuar no cargo. Para atrair apoio, segundo a colunista, ele tem oferecido gabinetes a parlamentares. A escolha dos gabinetes é um dos instrumentos de poder do presidente da Casa, porque define a estrutura e a localização dos espaços de trabalho de cada senador.
O senador Rogério Marinho (PL), ex-coordenador da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL), afirmou nesta terça-feira (27) que não sabe onde o candidato derrotado nas eleições está. Segundo ele, a última comunicação com o parlamentar ocorreu pela manhã, quando Flávio disse que queria “dar um tempo” e que conversaria com a equipe posteriormente.
“Nós não temos ainda informações sobre o seu paradeiro, apenas algumas notícias que já saíram da imprensa, inclusive de outros países, que demonstram que pode ter havido um deslocamento do senador Flávio para um outro país”, alega Marinho.
O ex-coordenador relatou que recebeu uma mensagem de texto de Flávio por volta das 8 horas, após ser procurado por veículos de imprensa que buscavam informações sobre o senador. Segundo Marinho, o parlamentar afirmou que precisava de um tempo naquele dia e que voltaria a conversar com a equipe.
Marinho disse ainda que esteve com Flávio na segunda-feira (26), até pouco depois das 16h. Na ocasião, integrantes da campanha conversaram sobre a necessidade de agradecer aos eleitores que votaram no senador.
As informações foram confirmadas pelo portal g1, . O ex-coordenador afirmou que a equipe ficou surpresa com o resultado da eleição.
O coordenador da campanha do candidato Flávio Bolsonaro (PL), o senador Rogério Marinho (PL-RN), desmentiu nesta quarta-feira (7) que o partido estaria costurando um acordo para poupar o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de um eventual impeachment. Marinho disse que essa informação era uma “fake news”.
O debate sobre a costura de um acordo entre o candidato e o STF começou a circular nas redes sociais a partir da informação de que o senador Rogério Marinho havia tido um “encontro secreto” com o ministro Gilmar Mendes, há algumas semanas. Marinho disse que não haverá vingança contra o STF, mas deixou claro que o novo Congresso não vai fechar os olhos para os problemas.
Os boatos sobre eventual proteção a Moraes levaram inclusive o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) a dizer que tinha sim ouvido falar a respeito de uma negociação para “livrar a pele” de Alexandre de Moraes. Em entrevista na noite desta quarta (7), Nikolas repudiou a realização de qualquer acordo e disse que o impeachment tem que ser a prioridade do Senado a partir do início do próximo ano.
Nikolas disse que Moraes deveria ter direito à ampla defesa e a um julgamento que classificou como “justo” e “imparcial”, mas afirmou que o ministro cometeu “crimes contra a humanidade e direitos humanos” e teria que pagar por isso.
“Só tem um destino para o Alexandre de Moraes: é impeachment e cadeia”, disse o deputado mineiro, campeão de votos para a Câmara dos Deputados nas eleições 2026.
Além de negar a costura de qualquer acordo com o STF, o coordenador Rogério Marinho fez diversas críticas ao presidente Lula, e comentou principalmente a participação da primeira-dama Janja na campanha petista. De forma irônica, Marinho disse aos jornalistas que Janja se tornou a grande “cabo eleitoral” de Flávio Bolsonaro neste segundo turno.
O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência, teve alta do hospital nesta quarta-feira (7) de manhã após internação por quadro de desenterite. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa da campanha.
O senador passou mal ao voltar de Goiânia para Brasília nesta terça-feira (6), após um ato de anúncio do apoio de Ronaldo Caiado (PSD), candidato derrotado no primeiro turno, à campanha do PL. Segundo a assessoria, Marinho teve um mal-estar quando retornava a Brasília, de avião, e foi levado ao hospital DF Star para avaliação médica.
Pouco depois das 21h de terça, o DF Star divulgou boletim médico informando que o senador foi admitido na unidade com "com quadro de febre associado a mal-estar" e seguia internado para exames e tratamento clínico. A equipe do hospital constatou quadro de gastroenterite, que é uma inflamação no estômago e intestino.
Os veículos de comunicação não poderão ser responsabilizados judicialmente quando publicarem uma entrevista na qual seja atribuído, pelo entrevistado, um ato ilícito a determinada pessoa. Esse é o objetivo central da proposta de emenda à Constituição 67/2023, aprovada por unanimidade nesta quarta-feira (8) pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.
O projeto, apelidado de PEC da Liberdade de Imprensa, foi apresentada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN) e relatada pelo senador Oriovisto Guimarães (PSDB-PR). Com a aprovação na CCJ, o projeto segue agora para ser apreciado no plenário do Senado.
A PEC foi apresentada em resposta a uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que definiu, em novembro de 2023, que empresas jornalísticas estarão sujeitas à responsabilização civil, ou seja, ao pagamento de indenização, se publicarem entrevista na qual o entrevistado atribua falsamente a outra pessoa a prática de um crime.
No parecer lido na CCJ, o senador paranaense afirma que a sua proposta fortalece a liberdade de expressão e garante isenção a empresas de imprensa na difusão de opiniões. “Recebi inúmeros pedidos de emissoras e entidades representativas para que a liberdade de imprensa não seja inibida”, disse.
Para Oriovisto Guimarães, o entendimento firmado pelos ministros do STF pode gerar como efeito a restrição à liberdade de imprensa, além de representar um fator inibidor para atividade jornalística.
“A liberdade de expressão é imprescindível a qualquer ambiente onde, sem censura nem receios, opiniões e ideologias diversas possam ser manifestas e contrapostas, caracterizando um processo de formação do pensamento político em sentido amplo”, disse Oriovisto Guimarães.
O ex-presidente Jair Bolsonaro será transferido, no início deste sábado (12), para o Hospital DF Star da rede D’Or, em Brasília. No momento, ele se encontra internado no Hospital Rio Grande, em Natal.
A transferência de hospitais ocorrerá em ambulância e transporte aéreo da Unimed Natal.
A informação foi divulgada pelo senador e ex-ministro Rogério Marinho (PL) e confirmada à jornalista pela equipe médica do ex-presidente.
No último boletim médico divulgado, na manhã deste sábado (12), ele se encontra de bom humor e apresentou redução no quadro de distensão abdominal, após noite tranquila.
A Justiça do Rio Grande do Norte condenou o senador Rogério Marinho (PL) à perda de função pública e do seu mandato legislativo, nesta quinta - feira (01).
A condenação veio após o juiz Bruno Montenegro Ribeiro Dantas, considerar que Marinho, enquanto vereador da Câmara Municipal de Natal, foi responsável por incluir "de forma desleal" a nomeação de uma funcionária "fantasma" no quadro da casa. O juiz entendeu que a ação do senador causou prejuízo aos cofres públicos
A decisão afirmou ainda que o então vereador nomeou uma médica como funcionária pública, mas ela "sequer tinha ciência do seu vínculo com a Casa Legislativa", além de não ter exercido regularmente as atribuições dos cargos para os quais foi nomeada.
As punições contra o senador foram a perda de função pública, suspensão dos direitos políticos por oito anos e o pagamento de multa. Ele também foi proibido de contratar com o Poder Público e receber benefícios ou incentivos fiscais.
Em nota, a assessoria jurídica de Marinho disse que ele não concorda com as conclusões da justiça, mas "respeita” a determinação do juiz.
O senador Rogério Marinho (PL-RN), derrotado nas eleições para a presidência do Senado nesta quarta-feira (1º), justificou sua derrota pela grande atuação, não só do vencedor Rodrigo Pacheco (PSD-MG), mas também do governo federal, liderado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
“Nós tivemos a possibilidade de fazer um bom debate, de conversar com nossos pares e levar nossas propostas. Nós estávamos muito confiantes de que, se a eleição fosse ontem ou hoje no começo da tarde, nós teríamos uma grande possibilidade de vitória. Mas é fato que houve um trabalho muito forte do nosso adversário, do próprio governo, e o resultado está aí”, afirmou o senador.
Marinho também disse que não acredita na possibilidade de Pacheco excluir o PL e as demais legendas de oposição de outros postos no Senado, como a mesa diretora e as comissões parlamentares da Casa.
“Não acredito nesse tipo de situação. Se ela acontecer, acho que começa muito mal a administração. Não acredito que isso vá se concretizar. Caso nós tivéssemos ganho a eleição – e eu falei durante toda a minha campanha e pré-campanha, nas conversas que tive com todos os nossos pares, que esta é uma casa de iguais, uma casa de pares –, os partidos representados no Senado da República teriam, na nossa mesa, a sua representação em função da proporcionalidade. Espero que haja bom senso. Não acredito de maneira nenhuma que o presidente Rodrigo tenha esse tipo de atitude”, avaliou o senador.
Ainda nos Estados Unidos, o ex-presidente Jair Bolsonaro discursou de forma online, na noite desta segunda-feira (30), durante um jantar do seu partido, o PL. O encontro aconteceu em Brasília para promover a candidatura de Rogério Marinho, ex-ministro de Bolsonaro, à presidência do Senado.
De acordo com informações da CNN Brasil, Bolsonaro não deu detalhes sobre as razões de continuar fora do país e afirmou que ele e seus apoiadores construíram um projeto "imorrível".
Ainda conforme divulgado, a ex-primeira dama, Michelle Bolsonaro, compareceu ao jantar e fez uma ligação de vídeo com Bolsonaro para que ele pudesse falar com os presentes.
"Quero cumprimentar todos vocês pela união e pelo espírito patriótico, pela vontade de cada vez mais resgatar os nossos valores do Brasil. Essa é a tradição do povo brasileiro, é a nossa cultura, nossa fé e a certeza de que tudo começou lá em 2019 com vocês vai continuar. Isso é imorrível. Nós realmente, cada vez mais, estaremos no futuro do Brasil. É uma honra, uma satisfação de ver ressurgir a vontade, a perseverança e o orgulho de ter político no nosso Brasil", disse Bolsonaro.
Na sequência, o senador eleito Rogério Marinho (PL-RN), que disputa o comando do Senado com o atual presidente Rodrigo Pacheco (PSD-MG) afirmou que aguarda "breve retorno" de Bolsonaro.
"Ô presidente, senti sua falta aqui. Você está aqui em espírito, seus amigos estão todos aqui aguardando seu breve retorno e representando aqui o que você ensinou a todos nós. Abraço forte e um breve retorno", disse.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Valdemar Costa Neto
"Não gostei".
Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior.