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roda gigante
Dois projetos que vinham sendo encabeçados pela prefeitura de Salvador não devem mais ocorrer: o aquário no Forte de São Marcelo e a roda-gigante no Comércio. Ambos tinham recursos para confirmar a viabilidade pelo Instituto do Patrimônio Histórico (Iphan), porém tiveram pareceres finais reprovados.
Informações que chegaram ao Bahia Notícias, através de interlocutores da prefeitura, dão conta que ambos projetos foram, de fato, vetados pelos técnicos do Instituto, sepultando o desejo da gestão. Ambos equipamentos já haviam sido anunciados pela prefeitura da capital, com andamento de projetos para a realização.
Recentemente, o prefeito Bruno Reis se reuniu com a ministra da Cultura, Margareth Menezes, e o presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Leandro Grass, com o secretário municipal de Cultura e Turismo, Pedro Tourinho, para dialogar sobre projetos para o Centro Histórico, incluindo o aquário (veja mais).
O aquário foi anunciado por Bruno em 2022, incluindo detalhes sobre a estrutura do projeto, também com a possível implementação de uma passarela e um flutuante ligando-se ao Forte. O projeto contaria com uma passarela e um flutuante, saindo das imediações da praia da Capitania dos Portos até o Forte São Marcelo. Ao todo, seriam cerca de 900 m englobando as duas estruturas, com acesso ao público ainda a ser definido.
Já a roda-gigante, que teve inicialmente as instalações barradas pelo Iphan, sendo alvo de crítica do prefeito (veja aqui), foi planejada para ser construída em dois lugares, sendo definido o Comércio como ponto para a instalação. “É semelhante a Londres e ao Rio Star. Aqui em Salvador vai ser ali do lado do Polo de Economia Criativa, do lado do hub de tecnologia”, informou o prefeito de Salvador, Bruno Reis, durante o anúncio.
O Bahia Notícias entrou em contato com o Iphan para atualizar as informações sobre os projetos, porém sem sucesso. A reportagem busca detalhes sobre as motivações dos pareceres contrários às instalações em Salvador.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Eduardo Girão
“O Senado está totalmente prostrado. A gente vê uma comissão de ética que não foi instalada na legislatura do Davi Alcolumbre. A condução dele como presidente é uma tragédia anunciada, tanto é que eu votei contra ele. Não apenas isso, eu fui candidato contra ele até o final. Eu fico extremamente preocupado quando vejo o PL, por exemplo, que é um partido grande da oposição, apoiar o Alcolumbre e votar nele. Com a exceção do senador Marcos Pontes que se rebelou contra o próprio partido e foi até o final também. Eu tive quatro votos, o astronauta Marcos Pontes teve quatro votos, e o Davi nadou de braçada".
Disse o senador Eduardo Girão (Novo) ao fazer uma série de críticas à gestão do presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União). Em entrevista à rádio Antena 1 Salvador, nesta segunda-feira (14), o candidato a vice-presidente na chapa de Romeu Zema disse que a Comissão de Ética do Senado não tem funcionado e acusou Alcolumbre de engavetar pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).